Abrasivos

Discos de Fibra / ACTIROX

PFERD

Discos de fibra e linha ACTIROX para desbaste agressivo com máximo rendimento.

Produtos de discos de fibra / actirox

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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK VICTOGRAIN — PFERD, Hebron Ferramentas
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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK VICTOGRAIN

O VICTOGRAIN é a resposta da PFERD à pergunta de por que um grão abrasivo perde corte. A descrição da PFERD é precisa: os grãos são triangulares e fixados ao costado por um dos lados, o que os mantém firmes no lugar; o perfil esguio deixa um grande espaço para o cavaco; e cada triângulo contém cristais muito pequenos, de modo que as arestas de corte continuam expostas enquanto só uma quantidade mínima de grão se desprende durante o uso. Traduzido para a bancada: o disco não arredonda. Ele se renova por dentro, mantendo agressividade do primeiro ao último minuto, em vez de cortar bem nos dez primeiros e depois só esquentar a peça. A PFERD indica esta linha para aço, aço fundido, não-ferrosos duros, ligas à base de níquel — Inconel e Hastelloy — e aços temperados. É a faixa de material em que o disco comum morre rápido: material que conduz mal o calor e devolve todo ele para a ferramenta. Aplicações declaradas: rebarbação, nivelamento, trabalho de superfície, cordão de solda e bordas. Seis itens de 115 mm, nos grãos 36, 60 e 80, cada um na versão padrão e na versão COOL, que leva revestimento com aditivos ativos de corte. Sobre o sistema COMBICLICK: o disco tem fixação própria no verso e trabalha sobre um prato de apoio desenvolvido para ele, o que elimina a porca e a arruela de centro. A PFERD descreve rasgos de refrigeração com geometria específica, que movimentam um grande volume de ar e reduzem o calor no abrasivo e na peça. Os índices que a PFERD declara, comparando com ferramenta convencional: cerca de 30% menos temperatura na peça, cerca de 25% mais remoção e cerca de 30% mais vida útil. Sem peça de fixação saliente, também não há risco de riscar a peça com a porca. Velocidade periférica máxima de 80 m/s, que não deve ser excedida — em disco de 115 mm isso corresponde a 13.300 rpm. O prato de apoio é vendido separadamente.

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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK CO-COOL e A-COOL — PFERD, Hebron Ferramentas
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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK CO-COOL e A-COOL

Esta é a linha de maior amplitude de grão do COMBICLICK: do 24, que arranca material, ao 220, que já é preparação de superfície. Oito itens de 115 mm cobrindo desbaste pesado até acabamento fino sem trocar de sistema de fixação. São duas especificações de grão. O CO-COOL usa grão de óxido cerâmico autoafiante, que a PFERD indica para desbaste agressivo em materiais duros que conduzem mal o calor — inox, aço fundido, aços até 1.200 N/mm² ou acima de 54 HRC — e também em alumínio, latão, bronze e cobre. O A-COOL, nos grãos 120 e 220, é a opção de acabamento da linha. O COOL não é nome comercial vazio. A PFERD descreve o revestimento como contendo aditivos ativos de corte, que elevam a remoção, reduzem o empastamento e produzem corte mais frio. Em inox, essas três coisas são a mesma coisa: disco empastado esquenta, disco quente mancha a peça, e peça manchada é retrabalho. Sobre o sistema COMBICLICK: o disco tem fixação própria no verso e trabalha sobre um prato de apoio desenvolvido para ele, o que elimina a porca e a arruela de centro. A PFERD descreve rasgos de refrigeração com geometria específica, que movimentam um grande volume de ar e reduzem o calor no abrasivo e na peça. Os índices que a PFERD declara, comparando com ferramenta convencional: cerca de 30% menos temperatura na peça, cerca de 25% mais remoção e cerca de 30% mais vida útil. Sem peça de fixação saliente, também não há risco de riscar a peça com a porca. Velocidade periférica máxima de 80 m/s, que não deve ser excedida — em disco de 115 mm isso corresponde a 13.300 rpm. O prato de apoio é vendido separadamente. Como se usa um disco de fibra: inclinado, apoiado em parte do disco, nunca de face inteira. Apoiar o disco todo tira o escape do cavaco e empasta o abrasivo. E disco de fibra só trabalha montado em prato de apoio — é o prato que dá a rigidez; sem ele o disco dobra e rasga.

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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK CO-COOL CONTOUR 125 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK CO-COOL CONTOUR 125 mm

O formato CONTOUR existe para a peça que não é plana. Em superfície curva, canto interno e raio, o disco de fibra reto só toca a peça na borda — e borda que toca sozinha corta mais do que o resto, deixando marca de disco na peça. Três itens de 125 mm, nos grãos 60, 80 e 120, com o mesmo grão de óxido cerâmico CO-COOL da linha padrão: desbaste agressivo em material duro de baixa condução térmica, com o revestimento de aditivos ativos que reduz empastamento e esquenta menos. É também o único diâmetro de 125 mm da linha PFERD de disco de fibra desta tabela — o que importa para quem já padronizou a esmerilhadeira em 125 mm e não quer manter duas medidas de prato. Sobre o sistema COMBICLICK: o disco tem fixação própria no verso e trabalha sobre um prato de apoio desenvolvido para ele, o que elimina a porca e a arruela de centro. A PFERD descreve rasgos de refrigeração com geometria específica, que movimentam um grande volume de ar e reduzem o calor no abrasivo e na peça. Os índices que a PFERD declara, comparando com ferramenta convencional: cerca de 30% menos temperatura na peça, cerca de 25% mais remoção e cerca de 30% mais vida útil. Sem peça de fixação saliente, também não há risco de riscar a peça com a porca. Velocidade periférica máxima de 80 m/s. O prato de apoio é vendido separadamente; o prato COMBICLICK desta tabela atende 115 e 125 mm.

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Prato de Apoio COMBICLICK PFERD e Kit CC-SET

O disco COMBICLICK não monta em prato comum: a fixação é própria, no verso do disco, e é o prato que a recebe. Sem o prato COMBICLICK, o disco não tem como ser usado — e é por isso que ele entra na primeira compra, não na reposição. O prato é também metade da tecnologia. Os rasgos de refrigeração que a PFERD descreve, e que respondem pelos cerca de 30% de redução de temperatura na peça, estão no conjunto disco mais prato. Montar disco COMBICLICK e esperar o resultado sem o prato próprio não funciona. Três versões de prato na tabela, todas em rosca M14 e todas atendendo 115 e 125 mm: CC-GT, CC-H-GT e CC-S-GT. Mais o kit COMBICLICK CC-SET 115 M14, que é a entrada pronta no sistema. Observação honesta: a diferença entre as três versões de prato não está descrita em nenhuma fonte oficial da PFERD que eu tenha conseguido ler. É a informação mais importante a pedir à PFERD antes de publicar esta página, porque o comprador precisa saber qual prato combinar com qual disco. Veja as pendências. Rosca M14: montagem direta em esmerilhadeira angular comum, com ou sem bateria.

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Prato de Apoio PFERD para Discos de Fibra Convencionais

Disco de fibra convencional — o de furo central, que aperta com porca — precisa de prato de apoio, e o prato não é acessório opcional: é o que dá rigidez ao disco. Sem prato, o disco de fibra dobra no primeiro contato e rasga. Cinco itens na tabela, em dois diâmetros e três versões. Em 115 mm: GT, H-GT e HT-GT. Em 180 mm: H-GT e HT-GT. Todos com rosca M14, para esmerilhadeira angular comum. O diâmetro do prato tem de casar com o do disco. Prato menor que o disco deixa a borda do disco sem apoio, e borda sem apoio é onde o disco rasga; prato maior que o disco encosta na peça e marca. Observação honesta: a PFERD nomeia as versões GT, H-GT e HT-GT, mas não encontrei fonte oficial que descreva a diferença entre elas — provavelmente rigidez ou dureza do prato, mas não vou afirmar o que não verifiquei. Confirmar com a PFERD antes de publicar; veja as pendências. Esta é a linha para quem já usa disco de fibra convencional. Quem vai entrar no sistema COMBICLICK precisa do prato COMBICLICK, que é outro produto.

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Disco de Fibra VSM ACTIROX AF799 e AF890

São duas linhas ACTIROX, e a escolha entre elas é de material. O AF799 a VSM apresenta para alumínio e aço, com máxima remoção, boa evacuação de aparas e vida útil muito longa, recomendando rebarbadeira de alta potência. O caso que a VSM publica: no nivelamento de cordão em aço não ligado, o dobro da remoção dos grãos cerâmicos anteriores. O AF890 é o de inox e superliga. A VSM destaca alta agressividade inicial e corte frio sem descoloração — e o caso publicado é direto ao ponto: no nivelamento de cordão em aço inoxidável, até 70% mais peças por turno. Descoloração em inox não é estética: é a zona termicamente afetada aparecendo, e em peça de acabamento sanitário ela vira retrabalho ou refugo. Doze itens, nos dois diâmetros que o mercado usa — 115 e 180 mm — e nos grãos 36, 60 e 80. Sobre a tecnologia ACTIROX: a VSM descreve um grão cerâmico de forma triangular, 100% geométrico, fabricado na Alemanha, orientado verticalmente num ângulo que ela considera ótimo para corte agressivo. O grão se desgasta de forma definida e expõe sempre arestas de corte novas, em vez de arredondar. Sobre o grão vem a camada TOP SIZE, uma camada abrasiva adicional que, segundo a VSM, produz corte mais frio e prolonga a vida útil. A VSM declara, para a tecnologia como um todo, mais do que o dobro da taxa de remoção em relação a abrasivos cerâmicos convencionais, com acabamento uniforme. São afirmações do fabricante. Como se usa um disco de fibra: inclinado, apoiado em parte do disco, nunca de face inteira. Apoiar o disco todo tira o escape do cavaco e empasta o abrasivo. E disco de fibra só trabalha montado em prato de apoio — é o prato que dá a rigidez; sem ele o disco dobra e rasga.

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Disco de Fibra VSM ACTIROX AF979 e AF733 ALU-X

Duas linhas de aplicação específica, as duas em grão 36 — grão de arrancar material, não de acabar. O AF979 é a versão de uso intensivo da família. A VSM o apresenta com remoção máxima e vida útil muito longa, para chanfragem, rebarbação e preparação de junta de solda, e destaca a correção de rebarba de corte por plasma em aço. O caso publicado: em S355JR cortado a plasma, cerca de 50% mais remoção que o abrasivo líder anterior. Rebarba de plasma é dura e irregular — é exatamente onde o disco comum se esgota antes de terminar a peça. O AF733 é o de alumínio e não-ferrosos, e tem uma camada própria: a ALU-X. Segundo a VSM, ela melhora a remoção de aparas, sobretudo em alumínio. Esse é o problema central do alumínio em abrasivo — o metal é macio e cola no grão, empasta o disco e o disco para de cortar em minutos. A camada existe para atacar isso. Cinco itens: AF979 em 115, 125 e 180 mm — é a única linha de disco de fibra desta tabela com a medida de 125 mm em grão de desbaste — e AF733 ALU-X em 115 e 180 mm. Sobre a tecnologia ACTIROX: a VSM descreve um grão cerâmico de forma triangular, 100% geométrico, fabricado na Alemanha, orientado verticalmente num ângulo que ela considera ótimo para corte agressivo. O grão se desgasta de forma definida e expõe sempre arestas de corte novas, em vez de arredondar. Sobre o grão vem a camada TOP SIZE, uma camada abrasiva adicional que, segundo a VSM, produz corte mais frio e prolonga a vida útil.

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Disco de Fibra VSM Grão Cerâmico Plus XF885

A XF885 é a linha de maior amplitude de grão de toda a tabela de discos de fibra: nove granulometrias, do 20 ao 120, em cada um dos dois diâmetros. Dezoito itens. O grão 20 merece destaque porque é raro: é o grão mais grosso da tabela inteira, e existe para serviço em que o objetivo é arrancar material bruto — rebarba de fundido, cordão de solda alto, excesso de corte. Na outra ponta, o 120 já é preparação de superfície. A VSM classifica a XF885 no grupo Grão Cerâmico Plus, uma linha acima do grão cerâmico padrão da mesma tabela. Grão cerâmico é o grão que se autoafia por microfratura: em vez de arredondar sob carga, ele lasca em escala microscópica e expõe aresta nova. É por isso que ele domina o trabalho em inox e aço-liga, onde o problema não é dureza do material, é o calor que ele não dissipa. Dois diâmetros: 115 mm para esmerilhadeira pequena e 180 mm para a grande. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas. Como se usa um disco de fibra: inclinado, apoiado em parte do disco, nunca de face inteira. Apoiar o disco todo tira o escape do cavaco e empasta o abrasivo. E disco de fibra só trabalha montado em prato de apoio — é o prato que dá a rigidez; sem ele o disco dobra e rasga.

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Disco de Fibra VSM Grão Cerâmico — XF870, XF760 e XF850

Trinta e oito itens: é a maior linha de disco de fibra desta tabela, e a mais completa em cobertura de grão e diâmetro. A VSM agrupa três linhas sob Grão Cerâmico. A XF870 é a mais ampla das três, com oito granulometrias do 24 ao 120 em cada diâmetro. A XF760 vai do 24 ao 80, com seis grãos. A XF850 começa no 36 e vai ao 80, com cinco. O que o grão cerâmico faz: ele se autoafia. Sob carga, em vez de arredondar e passar a esfregar a peça, o grão lasca em escala microscópica e expõe aresta de corte nova. O disco corta até acabar o abrasivo, não até o grão cegar. Em inox, aço-liga e superliga — material que não conduz calor e devolve tudo para a ferramenta — essa é a diferença entre um disco e três. Dois diâmetros, 115 e 180 mm, em todas as três linhas. Observação honesta: a VSM agrupa as três como grão cerâmico, mas não localizei a descrição oficial do que diferencia XF870, XF760 e XF850 entre si. A tabela de variantes mostra a cobertura de grão de cada uma, que é a diferença objetiva que consigo afirmar. Veja as pendências. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas.

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Disco de Fibra VSM Grão Cerâmico com Estearato XF733

O estearato resolve um problema só, mas é um problema que arruína disco: empastamento. Material macio e material com camada — alumínio, latão, cobre, tinta, verniz, primer, plástico — não lasca sob o grão: ele cola nele. O espaço entre os grãos entope, o disco perde a capacidade de cortar e passa a esfregar e esquentar. Em minutos o disco está liso e a peça está quente. A camada de estearato é um lubrificante seco aplicado sobre o abrasivo. Ela impede que o material removido adira ao grão, e é por isso que a VSM separa a XF733 num grupo próprio na tabela: Grão Cerâmico Stearate. A base é grão cerâmico, ou seja, continua sendo disco de remoção, não de polimento. Oito itens, nos grãos 24, 36, 60 e 80, em 115 e 180 mm. Uma consequência prática que vale saber: resíduo de estearato pode interferir em pintura e em solda posteriores. Quem vai pintar ou soldar a superfície depois precisa limpar a peça — e é a razão pela qual não se usa disco estearatado em tudo, por mais prático que pareça. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas.

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Disco de Fibra VSM Grão Zircônio ZF713

O zircônio é o grão de quem aperta. Ele é tenaz — resiste ao impacto e à pressão de contato sem se fragmentar — e por isso trabalha bem exatamente na condição em que o operador força a máquina contra a peça, que é como se desbasta aço carbono na prática. A escolha entre zircônio e cerâmico não é de qualidade, é de limite. Em aço carbono e aço fundido, o calor não é o gargalo: o material conduz e dissipa. O gargalo é a carga mecânica, e aí o zircônio entrega mais disco por real que o cerâmico. Em inox e superliga a conta inverte, porque o limite passa a ser a temperatura e o cerâmico assume. Quatorze itens, nos dois diâmetros. Em 115 mm, os grãos 36 a 120; em 180 mm, do 24 ao 120 — o 24 só existe na medida grande, que é a medida de desbaste pesado. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas. Como se usa um disco de fibra: inclinado, apoiado em parte do disco, nunca de face inteira. Apoiar o disco todo tira o escape do cavaco e empasta o abrasivo. E disco de fibra só trabalha montado em prato de apoio — é o prato que dá a rigidez; sem ele o disco dobra e rasga.

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Disco de Fibra VSM Grão Óxido de Alumínio KF708

O óxido de alumínio é o grão convencional, e continua existindo por um motivo que nenhuma tecnologia nova resolve: preço. Em serviço de pressão baixa a média, em aço comum, em madeira, em trabalho esporádico de manutenção, o grão cerâmico entrega uma vantagem que o serviço não consegue aproveitar — e cobra por ela. Dezesseis itens, oito granulometrias do 24 ao 120, nos dois diâmetros. É a cobertura completa de grão na linha de entrada. Onde ele é a escolha certa: oficina que usa disco de fibra de vez em quando e não por turno; manutenção geral, em que o material muda e o volume é baixo; trabalho em madeira e em material não metálico; e serviço de acabamento leve, em que a remoção não é o ponto. Onde ele não é: inox, superliga, aço temperado e qualquer serviço de volume. Nesses, o disco de óxido de alumínio cega rápido e o custo por peça acabada fica acima do cerâmico, mesmo custando menos por unidade. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas.

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Disco de Fibra VSM Grão Carbureto de Silício SF08

O carbureto de silício é um grão duro e frágil, e as duas coisas importam. Duro, para vencer material que o óxido de alumínio não vence. Frágil, porque ele lasca em vez de arredondar — o que mantém aresta viva em material que não oferece resistência suficiente para afiar o grão por atrito. É o grão dos materiais que não são aço: ferro fundido cinzento, pedra, concreto, vidro, cerâmica, plástico, borracha, e os não-ferrosos em geral. Também é o grão de remoção de tinta e de camada, porque corta a camada sem agarrar nela como o grão de aço agarra. Dez itens, cinco grãos — 24, 36, 60, 80 e 120 — nos dois diâmetros, 115 e 180 mm. Onde ele não serve: aço carbono e inox de desbaste pesado. Nesses, o grão é duro demais e frágil demais ao mesmo tempo — ele se consome contra um material que resiste, em vez de cortá-lo. Para aço, zircônio ou cerâmico. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas.

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Suporte VSM TURBO PAD para Discos de Fibra — ZFT1, ZFT2 e ZFT3

Todo disco de fibra desta tabela — ACTIROX e linha VSM — tem furo central e precisa de suporte. O TURBO PAD é o suporte da VSM para eles. Seis itens: três versões, ZFT1, ZFT2 e ZFT3, cada uma em 115 e 180 mm, todas em rosca M14 para esmerilhadeira angular comum. Por que o suporte não é detalhe: é ele que define a rigidez do conjunto, e rigidez define duas coisas que o comprador sente. A primeira é agressividade — suporte mais rígido concentra a pressão e remove mais; mais flexível distribui e acompanha contorno. A segunda é a vida do disco: suporte com o diâmetro errado deixa a borda do disco sem apoio, e é na borda sem apoio que o disco de fibra rasga. O diâmetro do suporte casa com o do disco: 115 com 115, 180 com 180. Observação honesta: a numeração ZFT1, ZFT2 e ZFT3 sugere três graus — provavelmente de rigidez — mas não localizei a descrição oficial da VSM do que diferencia os três. Não vou afirmar a ordem. É informação a pedir à VSM antes de publicar; veja as pendências.

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