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2.321 produtos · 145 famílias

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Rodas e Discos POLINOX PNER — Não-Tecido Prensado — PFERD, Hebron Ferramentas
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Rodas e Discos POLINOX PNER — Não-Tecido Prensado

O PNER é não-tecido prensado: camadas de manta comprimidas até formar um corpo sólido. A PFERD descreve os discos de não-tecido PNER como entregando acabamento muito fino e uniforme, indicado para grandes superfícies de aço inoxidável — e é exatamente nessa aplicação que a diferença aparece, porque superfície grande não perdoa emenda de passe. Vinte itens, em três diâmetros. As rodas de 75 mm, com furo de 6 mm, para retífica reta, eixo flexível e máquina de bancada. As de 150 mm, com furo de 25,4 mm, para esmerilhadeira e acabamento de solda. E os discos de 115 mm com furo de 7/8", para esmerilhadeira angular. Os graus de dureza da linha são codificados por cor pela PFERD: W macio (cinza), MW médio-macio (azul claro), MH médio-duro (azul escuro) e H duro (vermelho). Mais macio acompanha melhor o contorno e trabalha mais suave; mais duro concentra a pressão e remove mais. Dois abrasivos: óxido de alumínio (A), para aço e inox, e carbeto de silício (SiC), que corta mais frio e é a escolha em inox, alumínio e não-ferrosos quando o acabamento tem de sair uniforme. Velocidade: a PFERD informa, para o PNER de 115 mm, rotação recomendada de 5.000 rpm e máxima permitida de 8.350 rpm. Para o PNER no sistema COMBICLICK, a faixa de melhor desempenho declarada é de 15 a 35 m/s. Na tabela há também os adaptadores BO para as rodas PNER e o kit SET PNER 150 mm, que vem com máquina. O que é manta abrasiva: uma trama aberta de fibra de nylon com o grão abrasivo preso ao longo de todo o volume, não só na superfície. Essa estrutura tridimensional é o que faz a ferramenta se acomodar à peça e remover muito pouco metal base — ela uniformiza a superfície em vez de cavar. É por isso que não-tecido é a ferramenta de acabamento, e disco de lixa é a de remoção.

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Rodas POLINOX com Haste 6 mm — PNL, PNZ e PNG — PFERD, Hebron Ferramentas
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Rodas POLINOX com Haste 6 mm — PNL, PNZ e PNG

Vinte e nove itens: é a maior ficha da linha POLINOX e a de uso mais amplo, porque haste de 6 mm monta em retífica reta, pneumática, furadeira e eixo flexível — o conjunto que já existe em qualquer oficina. Três construções, e a escolha entre elas é a decisão que importa. A própria tabela da PFERD as separa assim:PNL é manta abrasiva pura. Máxima suavidade, mínima remoção de metal base — a construção de acabamento.PNZ é manta abrasiva e lixa, intercaladas. Entrega mais corte que o PNL, porque a lâmina de lixa remove e a manta uniformiza na mesma passada. É a construção de quem precisa tirar material e acabar junto.PNG é a terceira construção de manta da linha, oferecida aqui nos grãos 100, 180 e 280. Diâmetros de 30 a 100 mm, largura de 20 a 50 mm. Roda estreita para rasgo, canto e peça pequena; roda larga para superfície e para manter o passe uniforme em peça comprida. Grãos de 100 a 280, em óxido de alumínio (A) e carbeto de silício (SiC). O 100 é desbaste fino, o 280 é acabamento. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s. O que é manta abrasiva: uma trama aberta de fibra de nylon com o grão abrasivo preso ao longo de todo o volume, não só na superfície. Essa estrutura tridimensional é o que faz a ferramenta se acomodar à peça e remover muito pouco metal base — ela uniformiza a superfície em vez de cavar. É por isso que não-tecido é a ferramenta de acabamento, e disco de lixa é a de remoção.

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Rodas POLINOX com Furo — 150 e 200 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Rodas POLINOX com Furo — 150 e 200 mm

Roda grande com furo é ferramenta de máquina estacionária, não de ferramenta portátil. Monta em eixo de motor, bancada de acabamento ou politriz de pedestal — onde a peça vai à ferramenta, e não o contrário. É aí que ela ganha. Em bancada, a rotação é constante, a pressão é dada pelo operador com as duas mãos e a peça pode ser girada contra a roda. Para acabamento de peça pequena em série — conexão, luva, suporte, peça usinada — rende muito mais que acabar peça por peça com esmerilhadeira. Dezesseis itens, em dois diâmetros, 150 e 200 mm, todos com 50 mm de largura. Largura de 50 mm é o que permite apoiar a peça inteira na roda e manter o risco do acabamento na mesma direção. As três construções da linha: PNL de manta pura, para acabamento; PNZ de manta e lixa intercaladas, para cortar e acabar junto; e PNG. Grãos de 100 a 280. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s. Em roda grande, atenção à conta: 200 mm a 2.400 rpm já passa de 25 m/s. O que é manta abrasiva: uma trama aberta de fibra de nylon com o grão abrasivo preso ao longo de todo o volume, não só na superfície. Essa estrutura tridimensional é o que faz a ferramenta se acomodar à peça e remover muito pouco metal base — ela uniformiza a superfície em vez de cavar. É por isso que não-tecido é a ferramenta de acabamento, e disco de lixa é a de remoção.

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Rodas POLINOX com Rosca M14 — 100 x 50 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Rodas POLINOX com Rosca M14 — 100 x 50 mm

Oito itens que resolvem um problema prático: usar roda de acabamento larga na esmerilhadeira angular, sem adaptador e sem eixo. A rosca M14 monta direto no eixo da esmerilhadeira — a mesma máquina que já está na mão do operador. E a roda de 100 x 50 mm é larga o suficiente para acabar superfície em passe único, o que o disco de acabamento de 115 mm não faz, porque trabalha de face e não de periferia. É a ferramenta de acabamento de campo e de peça grande: tanque, tubulação, estrutura, corrimão. Onde a peça não vai à bancada, a roda vai à peça. As três construções: PNL de manta pura para acabamento, PNZ de manta e lixa para cortar e acabar junto, e PNG. Grãos 100, 180 e 280, em óxido de alumínio. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s. Atenção: esmerilhadeira de 115 mm gira a 11.000 rpm ou mais, o que em roda de 100 mm passa muito da faixa recomendada. Esta roda pede máquina de rotação variável ou de rotação baixa. O que é manta abrasiva: uma trama aberta de fibra de nylon com o grão abrasivo preso ao longo de todo o volume, não só na superfície. Essa estrutura tridimensional é o que faz a ferramenta se acomodar à peça e remover muito pouco metal base — ela uniformiza a superfície em vez de cavar. É por isso que não-tecido é a ferramenta de acabamento, e disco de lixa é a de remoção.

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Discos POLINOX com Costado de Fibra — 115 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Discos POLINOX com Costado de Fibra — 115 mm

Cinco discos de 115 mm com furo de 22,23 mm — a medida padrão da esmerilhadeira angular brasileira. É a forma mais direta de levar acabamento de manta abrasiva para a máquina que todo mundo tem. Costado de fibra é o que diferencia do disco sem costado: o costado dá rigidez e permite trabalhar o disco inclinado, com pressão, como se trabalha um disco de fibra — mas com manta abrasiva na face, que acaba em vez de cavar. Duas construções. PNL de manta pura, nos grãos 100, 180 e 280, para acabamento progressivo. PNZ de manta e lixa intercaladas, nos grãos 100 e 180, para quando ainda há material a tirar. Montagem com porca e arruela, como disco de fibra convencional, sobre prato de apoio. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s. O que é manta abrasiva: uma trama aberta de fibra de nylon com o grão abrasivo preso ao longo de todo o volume, não só na superfície. Essa estrutura tridimensional é o que faz a ferramenta se acomodar à peça e remover muito pouco metal base — ela uniformiza a superfície em vez de cavar. É por isso que não-tecido é a ferramenta de acabamento, e disco de lixa é a de remoção.

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Rodas POLINOX para Politriz 100 x 100 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Rodas POLINOX para Politriz 100 x 100 mm

A politriz de tubo — a satinizadora — é a máquina de acabamento de inox aparente: corrimão, guarda-corpo, balaústre, tubo estrutural, bancada. Ela trabalha com roda larga de 100 x 100 mm em rotação baixa e variável, e é a única forma de acabar tubo com risco longitudinal contínuo, sem emenda de passe. Onze itens. As três construções POLINOX na medida 100 x 100: PNL de manta pura nos grãos 80 a 280, para acabamento; PNZ de manta e lixa nos graus grosso, médio e fino, para cortar e acabar; e PNG nos grãos 100 a 280. Mais a haste de fixação das rodas PNZ-W e PNL-W. A sequência típica de acabamento de inox aparente é progressiva: começa no PNZ grosso, que tira a marca de solda e o risco grosseiro, passa ao médio e fecha no PNL ou PNG fino, que dá o acetinado uniforme. Pular etapa é o erro mais comum — o grão fino não apaga risco de grão grosso, só o deixa brilhante. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s. A politriz é máquina de rotação variável justamente por isso: a roda de 100 mm pede rotação baixa. O que é manta abrasiva: uma trama aberta de fibra de nylon com o grão abrasivo preso ao longo de todo o volume, não só na superfície. Essa estrutura tridimensional é o que faz a ferramenta se acomodar à peça e remover muito pouco metal base — ela uniformiza a superfície em vez de cavar. É por isso que não-tecido é a ferramenta de acabamento, e disco de lixa é a de remoção.

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Discos POLINOX PVR sem Costado — 150 mm

Sem costado quer dizer sem reforço rígido: o disco é manta abrasiva do centro à borda, e trabalha pelas duas faces e pela periferia. Isso muda o uso. Um disco com costado só trabalha de uma face; o PVR trabalha com a borda, o que o torna a ferramenta certa para acabar o interior de furo, rebaixo, rasgo e perfil fechado — lugar onde a face plana não entra. E porque é manta por inteiro, ele se consome e continua funcionando com diâmetro menor, em vez de expor o costado e riscar a peça. Quatro itens: três discos de 150 x 10 mm com furo de 13 mm, em óxido de alumínio nos grãos 100 e 280, mais a haste de fixação PVR 6-13, que permite montá-los em retífica reta ou furadeira. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s. O que é manta abrasiva: uma trama aberta de fibra de nylon com o grão abrasivo preso ao longo de todo o volume, não só na superfície. Essa estrutura tridimensional é o que faz a ferramenta se acomodar à peça e remover muito pouco metal base — ela uniformiza a superfície em vez de cavar. É por isso que não-tecido é a ferramenta de acabamento, e disco de lixa é a de remoção.

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Discos POLIVLIES com Costado de Fibra — 115 mm

O POLIVLIES é a linha de efeito de superfície. A PFERD descreve os discos lamelares POLIVLIES como usados para criar efeitos visuais de superfície — ou seja, o objetivo não é remover, é definir a aparência: acetinado, escovado, texturizado uniforme. Seis discos de 115 mm, em duas versões.O PVL é manta abrasiva em óxido de alumínio, nos graus grosso (100), médio (180) e fino (240). É o acabamento puro, com remoção mínima.O PVZ combina grão cerâmico CO-COOL com manta abrasiva no mesmo disco — CO-COOL 60 com manta A 100, CO-COOL 80 com A 180, CO-COOL 120 com A 240. A lógica é direta: o grão cerâmico tira o material e a manta acaba, na mesma passada e no mesmo disco. Para quem precisa sair do cordão de solda ao acetinado sem trocar de ferramenta, é o disco que faz as duas etapas. Costado de fibra, furo central, montagem sobre prato de apoio em esmerilhadeira angular. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s.

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Linha POLICLEAN PFERD — Rodas, Discos e Hastes — PFERD, Hebron Ferramentas
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Linha POLICLEAN PFERD — Rodas, Discos e Hastes

O POLICLEAN existe para o serviço em que remover metal é erro. A PFERD posiciona a linha para limpeza e estruturação de superfícies — tirar o que está sobre o metal sem atacar o metal. Na prática é a ferramenta de: remover cola, adesivo e resíduo de fita; tirar tinta solta, verniz e primer; limpar carepa leve, oxidação superficial e respingo frio; remover marca de junta e resíduo de vedante. Serviço em que um disco de lixa, por mais fino que seja, arrancaria material e deixaria rebaixo. Doze itens em quatro formatos:Rodas com furo, de 75 a 150 mm, nas versões padrão e PLUS, para retífica e eixo — PLUS é a versão de maior agressividade da linha.Discos de 115 mm com costado de fibra, padrão e PLUS, para esmerilhadeira angular.Roda de 100 x 100 mm para politriz.Três hastes de fixação PCLB, para montar as rodas em retífica reta ou furadeira. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s.

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Discos e Blocos POLIFLEX PFERD — Ligante Elástico PUR

O POLIFLEX é ferramenta de retificação fina de precisão. A PFERD a descreve como fabricada com alta precisão de forma, qualidade excepcionalmente consistente e tolerâncias dimensionais estreitas, e a indica para retificação fina, estruturação e preparação de superfície para polimento — com presença forte em ferramentaria e fabricação de moldes. O ligante é o produto. A PFERD descreve o PUR como um ligante muito macio, oferecido em dois graus de dureza: PUR-W e PUR-MH. O grão fica distribuído por todo o volume, não só na superfície, e o ligante elástico com estrutura aberta é o que produz, nas palavras da PFERD, corte frio e suave. Vantagens declaradas pela PFERD: corte frio e suave, acabamento mate fino, muito boa qualidade de superfície, vida útil longa com alta taxa de remoção, e concentricidade precisa. Materiais indicados pela PFERD: alumínio, latão, aço fundido, cobre e zinco; aço inoxidável; aço até 1.200 N/mm²; aço temperado e revenido acima de 1.200 N/mm²; e aço com dureza acima de 54 HRC. Aplicações declaradas: retificação fina e estruturação passo a passo — acabamento mate, escovado mate e acetinado. Velocidades, segundo a PFERD para o disco de 115 mm: rotação ótima de 2.400 rpm, velocidade de corte de 10 a 15 m/s, e rotação máxima de 5.300 rpm, que nunca deve ser excedida. A PFERD também recomenda perfilar a ferramenta com diamante de dressagem ou pedra cerâmica de dressar, em rotação baixa. Oito itens: quatro discos PFD de 115 mm, nas combinações de dureza PUR-W e PUR-MH com grão SiC 60 e 150, e quatro blocos PFB de 115 x 60 x 30 mm para uso manual, nos grãos 60, 120 e 240, mais o kit.

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Pontas POLIFLEX com Haste PFERD — Formato ZY

Três pontas cilíndricas com haste de 6 mm, nos diâmetros 10, 15 e 20 mm, em óxido de alumínio grão 120, no aglomerado GR — uma das designações de ligante que a PFERD mantém para a linha POLIFLEX, ao lado do PUR. O formato ZY é cilíndrico reto, e isso é o ponto: ele trabalha pela periferia e pelo topo, o que permite acertar parede de cavidade, flanco de nervura e fundo de rebaixo em molde — onde a ponta de forma não mantém a geometria e o disco não entra. É ferramenta da mesma família do disco POLIFLEX, para o mesmo trabalho em escala menor: retificação fina e estruturação em ferramentaria, com a suavidade do ligante aglomerado em vez da agressividade de uma ponta montada vitrificada. Montagem em retífica reta ou pneumática, pela haste de 6 mm. Observação honesta: o catálogo da PFERD lista o aglomerado GR ao lado de GHR, LR, LHR e TX, mas não descreve o que cada designação significa. Não vou afirmar o que não verifiquei — veja as pendências.

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Fitas Adesivas para Acabamento PFERD ADB

Dois itens pequenos que resolvem um problema caro: proteger a superfície que já está pronta enquanto se trabalha a que está ao lado. Em acabamento de inox aparente, o risco não está só na peça que se trabalha — está na área vizinha. Um deslize da roda sobre a face já acetinada obriga a refazer o painel inteiro, porque acabamento acetinado não se corrige por ponto: ou o risco é contínuo, ou aparece. Duas referências: ADB 20 e ADB 50 INOX. Observação honesta: a tabela traz as duas referências sob o rótulo 'Fita adesiva para acabamentos', sem especificar largura, comprimento ou aplicação de cada uma. A leitura mais provável é que os números sejam a largura em milímetros e que a versão INOX seja a indicada para superfície de aço inoxidável, mas não localizei a ficha oficial destas duas referências. Confirmar antes de publicar; veja as pendências.

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Discos COMBICLICK de Acabamento — Manta, Não-Tecido, Feltro e POLICLEAN — PFERD, Hebron Ferramentas
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Discos COMBICLICK de Acabamento — Manta, Não-Tecido, Feltro e POLICLEAN

Quinze discos que levam toda a etapa de acabamento para dentro do sistema de troca rápida COMBICLICK — a mesma fixação e o mesmo prato dos discos de fibra, trocando só o disco entre etapas. Cinco famílias, em ordem de etapa:CC-VRW e CC-VRH são manta abrasiva, nos graus grosso (G), médio (M) e fino (F), de 100 a 280. É a etapa de uniformizar depois do desbaste. A PFERD indica para estes discos de não-tecido a faixa de 15 a 20 m/s.CC-PNER é não-tecido prensado, nos graus W, MW, MH e H, em SiC e óxido de alumínio. A PFERD o descreve como entregando acabamento muito fino e uniforme, indicado para grandes superfícies de inox, e informa a faixa de melhor desempenho de 15 a 35 m/s.CC-FR é disco de feltro, para pré-polimento e polimento espelhado com pasta — com uma orientação direta da PFERD que vale repetir ao cliente: trocar o disco de feltro ao mudar de pasta de polimento. Pasta misturada no mesmo feltro não polir, risca.CC-PCLD é POLICLEAN, nas versões padrão e PLUS, em 115 e 125 mm, para limpeza e estruturação sem atacar o metal base. Sobre o sistema COMBICLICK: fixação própria no verso do disco sobre prato de apoio desenvolvido para ele, sem porca de centro, com troca em segundos. A PFERD descreve rasgos de refrigeração que movimentam grande volume de ar, e declara, em relação a ferramenta convencional, cerca de 30% menos temperatura na peça, 25% mais remoção e 30% mais vida útil. O prato de apoio COMBICLICK é vendido separadamente e é o mesmo dos discos de fibra.

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Discos COMBIDISC de Acabamento e Suportes — Sistema CD 50 e 75 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Discos COMBIDISC de Acabamento e Suportes — Sistema CD 50 e 75 mm

O COMBIDISC é o sistema de disco pequeno da PFERD — 50 e 75 mm — para retífica reta, pneumática e furadeira. Onde o disco de 115 mm não entra, é ele que trabalha: dentro de cavidade, em peça pequena, em canto, em alojamento, em solda de componente. Vinte e dois itens.CD VRH e CD VRW são manta abrasiva, nos graus grosso (G), médio (M) e fino (F), nos grãos 100 a 280, em ambos os diâmetros — a etapa de uniformizar e acetinar.CDFR é disco de feltro, em 50 e 75 mm, para polimento com pasta.CD PCLR é POLICLEAN, em 50 e 75 mm, para limpeza sem atacar o metal.E os seis suportes SBH, em 50 e 75 mm, nas versões H, M e W — a nomenclatura segue a mesma lógica de dureza da linha POLINOX: H duro, M médio, W macio. O suporte é obrigatório: é ele que recebe a fixação central do disco. Importante para o estoque: estes mesmos suportes SBH servem também os discos de lixa COMBIDISC — os CD de óxido de alumínio, FLEX, CO-COOL e CDF —, que ficaram na subcategoria de Lixas. Um suporte, duas famílias de disco. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para limpeza e estruturação com não-tecido e POLICLEAN: 10 a 25 m/s.

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Pontas de Feltro PFERD — Formatos ZYA, SPK e WRC

Feltro não corta. Quem corta é a pasta — o feltro é o que a carrega e a mantém em contato com a peça na pressão certa. Entender isso é o que separa polir de esfregar. Quatorze pontas, em três formatos, e o formato é escolhido pela geometria da peça:ZYA é cilíndrico, para parede, flanco e superfície reta.SPK é esférico, para cavidade, raio e fundo arredondado — a forma que acompanha concavidade sem marcar o centro.WRC é cilíndrico de ponta radial, que trabalha de topo e de lado, para canto interno e transição. Diâmetros de 8 a 25 mm, em haste de 3 mm — para peça miúda e micromotor — e de 6 mm, para retífica reta e pneumática. Duas referências ZYA maiores vêm com haste de aço ST-BO. Densidade média (M) em toda a linha. Feltro médio é o compromisso usual de ferramentaria: firme o bastante para manter a forma na cavidade, macio o bastante para não marcar. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para feltro e polimento: 5 a 10 m/s. Polimento é operação de rotação baixa — rotação alta queima a pasta e a pasta queimada risca em vez de polir. Usar sempre com pasta — de polimento, para brilho, ou diamantada, para espelho em material duro. E a orientação da PFERD vale aqui também: feltro novo para pasta nova.

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Rodas e Discos de Feltro PFERD — FLS, FK SC e FFS

Quatorze itens que cobrem o polimento de superfície — o que a ponta de feltro faz em detalhe, estes fazem em área. As rodas lamelares FLS, de 30 a 60 mm com haste de 6 mm, são feltro em lâminas em vez de corpo sólido. A construção lamelar faz a roda respirar: ela se abre no contato, carrega mais pasta e esquenta menos que feltro prensado. Cada medida vem em duas densidades, macio e duro — macio acompanha contorno, duro concentra pressão e polir mais rápido em superfície plana. Os discos de feltro FK SC, de 30 e 45 mm com haste de 6 mm, são de corpo sólido e trabalham de face — para polir superfície plana pequena com controle. Os discos lamelares FFS de 115 mm, com furo de 22,23 mm, levam o polimento para a esmerilhadeira angular, nas duas densidades. É a ferramenta de área grande: tampo, painel, chapa. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para feltro e polimento: 5 a 10 m/s. Polimento é operação de rotação baixa — rotação alta queima a pasta e a pasta queimada risca em vez de polir. Em disco de 115 mm, isso exige máquina de rotação variável — esmerilhadeira comum gira muito acima da faixa de polimento. Usar com pasta de polimento ou diamantada. Feltro novo ao trocar de pasta.

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Discos de Pano PFERD TR — 100 e 150 mm e Politriz 100 x 100

Disco de pano é a última etapa: o brilho final, depois que o feltro já fechou a superfície. O pano é mais macio que o feltro, carrega mais pasta e não deixa risco — mas também não corrige nada. O que o pano faz é revelar o acabamento que as etapas anteriores produziram. Quatorze itens.Discos TR com furo, em 100 x 10 mm e 150 x 10 mm, cada um em quatro construções: ST, TH, TW e FL. Mais as hastes de fixação BO, para montar em retífica reta ou furadeira.Discos TR-W de 100 x 100 mm para politriz, nas mesmas quatro construções, mais a haste própria. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para feltro e polimento: 5 a 10 m/s. Polimento é operação de rotação baixa — rotação alta queima a pasta e a pasta queimada risca em vez de polir. Sequência que funciona: manta ou não-tecido para uniformizar, feltro com pasta para fechar, pano com pasta para brilhar. Pular o feltro e ir da manta direto ao pano dá superfície brilhante com risco por baixo — defeito que só aparece na luz certa, geralmente depois de entregue. Observação honesta: as quatro construções ST, TH, TW e FL não estão descritas na tabela, e não localizei a ficha oficial que explique a diferença entre elas — provavelmente o tipo de costura e a densidade do pano, mas não vou afirmar. É informação a pedir à PFERD; veja as pendências.

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Pastas de Polimento, Pastas Diamantadas e Produtos para Inox PFERD

Oito itens que são o abrasivo de verdade da etapa de polimento. Feltro e pano não cortam — a pasta corta. As pastas de polimento G-PP são duas: a G-PP 1 VP STEELOX, para aço e inox, e a G-PP 4 HGP UNIVERSAL, de uso universal. São as pastas de brilho, aplicadas sobre feltro ou pano. As pastas diamantadas DPP são quatro, e existem para o que a pasta comum não alcança: espelho em material duro. As granulometrias são 3, 7, 15 e 30 — a sequência de polimento em ferramentaria vai do mais grosso ao mais fino, e cada etapa só funciona se a anterior tiver fechado. Em aço temperado e metal duro, diamante é o único abrasivo que ainda corta. E dois produtos de manutenção: INOX SHINER IS-S 500 e Universal Cleaner UC-S 500, em frasco de 500 ml. Não são abrasivos — são o que mantém a peça depois de acabada, e o que o cliente final usa na limpeza de rotina. Regra de ouro do polimento, e a PFERD a registra por escrito na linha de feltro: feltro novo para pasta nova. Pasta de granulometria grossa misturada num feltro de pasta fina risca a superfície que a etapa anterior fechou — e não há como recuperar sem voltar etapas. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para feltro e polimento: 5 a 10 m/s. Polimento é operação de rotação baixa — rotação alta queima a pasta e a pasta queimada risca em vez de polir.

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Carretel, Roda Expansiva e Cintas de Engate Rápido PFERD

Vinte e um itens de um sistema diferente: em vez de uma roda que se consome, um porta-ferramenta permanente e uma cinta que se troca. O carretel POLINOX-W e a roda expansiva são o corpo. A roda expansiva se abre com a rotação e tensiona a cinta por dentro — o que mantém a tensão constante conforme a cinta se desgasta, e é a razão de ela trabalhar com acabamento uniforme do começo ao fim da cinta. As cintas de engate rápido, de 30 x 660 mm, são manta abrasiva nos graus grosso, médio, fino e super fino, mais uma cinta BF. São as do carretel POLINOX-W. As cintas para a roda expansiva de 100 x 100 mm vêm em dois tipos: manta abrasiva SCLS, de 100 x 317 mm, nos quatro graus, e lixa KK 712 X, de 100 x 314 mm, nos grãos 80 a 320. A manta acaba; a lixa remove. A economia do sistema é o argumento: o corpo é comprado uma vez e a reposição é só a cinta. Em operação de acabamento contínuo, isso muda a conta do consumível. Atenção comercial: as cintas de 100 x 317 e 100 x 314 estão marcadas na tabela com 'consultar disponibilidade' e há nota de restrição de fabricação para medidas curtas. Checar antes de prometer prazo.

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Cintas para Máquinas UBS PFERD — 5/70, 5/100 e 11/90

As máquinas UBS da PFERD são lixadeiras de cinta estreita — a ferramenta de acabamento de tubo, perfil, canto e área de difícil acesso, onde roda e disco não entram porque não há espaço para o diâmetro. Vinte e três cintas, organizadas por modelo de máquina, porque cada modelo tem o seu comprimento de cinta:UBS 5/100 usa cinta de 6 x 520 mm — cinta estreita, de 6 mm, para fenda, rasgo e canto fechado.UBS 5/70 usa cinta de 30 x 533 mm.UBS 11/90 usa cinta de 30 x 610 mm. Três especificações de abrasivo em cada medida, cobrindo a sequência completa:XK 870 J é lixa de grão cerâmico, nos grãos 60 a 120 — a etapa de remover.KK 712 J e KK 772 J são lixa de óxido de alumínio, nos grãos 180 e acima — a etapa de refinar.SCLS é manta abrasiva, nos graus grosso, médio e fino — a etapa de acetinar. E duas cintas de feltro P-BA, de 30 x 533 e 30 x 610 mm, para a etapa de polimento com pasta nas máquinas 5/70 e 11/90. Com elas, a mesma máquina vai do desbaste ao brilho. Velocidade de trabalho recomendada pela PFERD para feltro e polimento: 5 a 10 m/s. Polimento é operação de rotação baixa — rotação alta queima a pasta e a pasta queimada risca em vez de polir. Nas cintas de lixa e manta, a faixa é a de limpeza e estruturação, de 10 a 25 m/s. Observação honesta: a tabela organiza as cintas por modelo de máquina (5/70, 5/100, 11/90), mas as próprias máquinas UBS não constam desta aba. Se a Hebron não revende a máquina, vale avaliar — vender cinta de máquina que o cliente não tem é venda que não acontece. Veja as pendências.

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Escova Copo Trançada com Rosca M14 PFERD TBG — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Copo Trançada com Rosca M14 PFERD TBG

A escova copo trançada é a ferramenta de ataque pesado do escovamento. Os filamentos são torcidos em nós rígidos, o que reduz a flexibilidade e concentra a energia do impacto na ponta do arame. O resultado é uma ação agressiva, indicada para remover cordão de solda, carepa de laminação, respingo e oxidação espessa — serviço em que a escova ondulada apenas poliria a sujeira. Monta direto na rosca M14 da esmerilhadeira angular, sem adaptador. A velocidade de corte de trabalho para escovas copo fica entre 15 e 45 m/s; respeitar esse intervalo é o que separa uma escova que dura de uma que perde arame na primeira hora. A versão TBGR 100 tem o nó mais fechado, para quem precisa de ainda mais agressividade no mesmo diâmetro.

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Escova Copo Ondulada com Rosca M14 PFERD TBU — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Copo Ondulada com Rosca M14 PFERD TBU

Quando o objetivo é limpar sem marcar, a escova ondulada é a escolha certa. Os filamentos não são torcidos: trabalham soltos e se ajustam ao contorno da peça, alcançando raio, canto e superfície irregular que a escova trançada atravessaria por cima. O fio fino de 0,30 mm produz uma superfície mais uniforme e é o que permite usar esta escova em etapa de acabamento, não só de desbaste. É a diferença entre preparar uma peça para pintura e deixá-la riscada. Rosca M14 integrada, montagem direta na esmerilhadeira. Faixa de trabalho de 15 a 45 m/s, como toda escova copo.

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Escova Cônica COMBITWIST com Rosca M14 PFERD KBG — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cônica COMBITWIST com Rosca M14 PFERD KBG

O formato cônico de 30° existe por um motivo específico: alcançar o que a escova copo não alcança. Borda interna, ranhura, rasgo de chaveta e canto vivo ficam acessíveis porque a escova ataca em ângulo, não de frente. A construção COMBITWIST resolve o problema clássico da escova trançada em canto: o nó que se desfaz. Os nós COMBITWIST são menos propensos a abrir quando a escova encontra uma aresta, o que se traduz em mais vida útil e taxa de remoção constante do começo ao fim. O funcionamento também é mais suave, sem o recuo que a escova trançada convencional dá ao morder a peça. Em esmerilhadeira angular, a escova cônica suporta até 80 m/s — bem acima do limite de uma escova copo.

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Escova Cilíndrica com Furo COMBITWIST PFERD RBG — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cilíndrica com Furo COMBITWIST PFERD RBG

A escova cilíndrica com furo cobre faixa larga de superfície por passada, o que a torna a opção de produtividade quando há metro quadrado para limpar. O furo de 22,2 mm é o padrão da esmerilhadeira angular e também serve montagem em eixo estacionário. Os nós COMBITWIST sustentam a agressividade ao longo da vida da ferramenta. Em escova trançada convencional, o rendimento cai conforme os nós se abrem; aqui a taxa de remoção se mantém mais constante, e o trabalho é mais suave, sem recuo. O fio varia de 0,35 a 0,60 mm. Fio mais grosso significa mais agressividade e menos acabamento — a escolha depende de estar removendo carepa pesada ou preparando superfície.

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Escova Cilíndrica Linha PIPE PFERD RBG — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cilíndrica Linha PIPE PFERD RBG

A linha PIPE existe para um serviço que as outras escovas não fazem bem: limpar o cordão de raiz da solda. A largura de apenas 6 mm dá o perfil extrafino necessário para entrar no chanfro e trabalhar a raiz sem agredir o material ao redor. É a escova da construção de tubulação e de vasos e contêineres, onde a qualidade do passe de raiz determina a aprovação da junta. Trabalhar a raiz com escova larga demais significa arredondar o chanfro e comprometer o passe seguinte. Disponível em aço e em inox, ambas com fio 0,50 mm — agressividade suficiente para remover a escória sem precisar de segunda passada.

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Escova Cilíndrica Ondulada para Uso Estacionário PFERD RBU — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cilíndrica Ondulada para Uso Estacionário PFERD RBU

Esta é a escova de linha de produção, não de bancada. Diâmetros de 125 a 200 mm e largura de trabalho de até 38 mm: feita para montagem em máquina estacionária, célula robotizada ou centro de usinagem, onde a escova trabalha ciclo após ciclo sem intervenção. O filamento ondulado, com fio fino de 0,30 mm, entrega escovação média com acabamento uniforme. Em aplicação automatizada isso importa mais do que agressividade: o processo precisa ser repetível, e uma escova agressiva demais gera variação de resultado entre peças. Os modelos AK32-2 trazem furo com sistema de adaptação para diferentes eixos de acionamento.

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Escova Cilíndrica Ondulada com Haste PFERD RBU — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cilíndrica Ondulada com Haste PFERD RBU

Haste de 6 mm, montagem em retífica reta, furadeira ou micro-retífica. É a escova de trabalho localizado: furo, rebaixo, alojamento, canal e qualquer geometria que não aceite uma escova de esmerilhadeira. A faixa de diâmetro vai de 20 a 80 mm, o que cobre desde limpeza de furo pequeno até escovamento de superfície média. O fio de 0,2 mm nos diâmetros menores é deliberadamente fino: em peça de precisão, a escova não pode alterar a dimensão nem marcar a superfície. Velocidade de trabalho de 15 a 40 m/s. Em retífica reta, isso normalmente significa reduzir a rotação da ferramenta — escova não é rebolo, e girar demais só desfia o arame.

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Escova Cilíndrica Trançada com Haste PFERD RBG — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cilíndrica Trançada com Haste PFERD RBG

Mesma montagem da escova ondulada com haste, intenção oposta. Aqui os filamentos são trançados: a escova ataca em vez de acariciar. Serve quando o serviço é pesado mas o acesso é restrito — situação em que não cabe esmerilhadeira e a escova ondulada não tem força para resolver. Duas larguras de trabalho, 6 e 12 mm, no mesmo diâmetro de 70 mm. A de 6 mm entra em canal estreito; a de 12 mm cobre mais área por passada. O fio de 0,50 mm na versão aço é o mais agressivo da família com haste. Na versão inox, o fio de 0,35 mm equilibra ataque e preservação da superfície.

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Escova Pincel Ondulada com Haste PFERD PBU — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Pincel Ondulada com Haste PFERD PBU

A escova pincel é a menor da família e a de ação mais delicada: faixa de trabalho de 5 a 15 m/s, bem abaixo de qualquer outra escova. Isso não é limitação — é o que permite usá-la em peça pequena e detalhe fino sem destruir a superfície. Diâmetros de 10, 15 e 20 mm, haste de 6 mm. O fio vai de 0,20 a 0,50 mm, faixa larga que cobre desde limpeza quase cosmética até remoção de oxidação localizada. A variante PBUL tem filamento alongado, o que aumenta o alcance em furo profundo e cavidade estreita sem aumentar o diâmetro da escova.

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Escova Pincel Trançada com Haste PFERD PBG — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Pincel Trançada com Haste PFERD PBG

Pincel trançado é uma combinação pouco óbvia e muito útil: o formato pequeno do pincel com a agressividade do nó trançado. Serve quando a área é restrita mas a sujeira é pesada — carepa em alojamento, solda em furo, oxidação em rebaixo. Diâmetros de 19, 23 e 30 mm, haste de 6 mm, montagem em retífica reta ou furadeira. O fio de 0,50 mm é o mais agressivo da família pincel. Como toda escova trançada, exige mais atenção à rotação. A faixa do pincel é de 5 a 15 m/s; girar acima disso não aumenta a remoção, só abre os nós antes da hora.

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Escova Pincel SINGLETWIST com Haste PFERD PBGS — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Pincel SINGLETWIST com Haste PFERD PBGS

SINGLETWIST significa nó único: todo o filamento da escova é torcido em um só feixe. Em diâmetro de 10 mm, isso concentra a energia num ponto, criando a ferramenta de escovamento mais pontual da linha. É escova de aplicação específica, não de uso geral. Serve furo pequeno, rasgo estreito e qualquer geometria em que mesmo o pincel trançado convencional é largo demais. Disponível em aço e inox, ambas com fio 0,35 mm, haste de 6 mm.

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Escova POLISCRATCH PFERD com Haste de Fixação — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova POLISCRATCH PFERD com Haste de Fixação

A POLISCRATCH não é uma escova de arame. O filamento é de carboneto de silício, e isso muda completamente a aplicação: em vez de arrancar metal, ela produz uma superfície áspera com aparência de jato de areia — em materiais macios como compostos anticorrosivos e antichoque. A construção aberta da escova resolve dois problemas do escovamento em material macio: o carregamento, quando o resíduo entope o filamento, e a mancha na peça. A abertura também melhora o resfriamento, o que prolonga a vida do filamento. Detalhe operacional importante: a POLISCRATCH deve ser usada apenas em esmerilhadeira com velocidade ajustável ou em esmerilhadeira reta. Em máquina de rotação fixa alta, o filamento se degrada rápido. A escova pode ser reafiada com bloco de afiação, o que recupera a agressividade e estende a vida útil.

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Roda de Escova para Politriz PFERD WBU 100 x 100 — PFERD, Hebron Ferramentas
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Roda de Escova para Politriz PFERD WBU 100 x 100

Roda de 100 x 100 mm com furo de 19,1 mm, para montagem em politriz ou eixo estacionário. A largura de trabalho de 100 mm é a maior da linha de escovas — pensada para cobrir superfície em poucas passadas. O filamento é do tipo LIT, fio metálico: vários arames ondulados unidos em um feixe. A construção combina o efeito agressivo da escova trançada com a flexibilidade da ondulada, e é mais durável que as duas. Para quem precisa de remoção sem perder a capacidade de acompanhar o contorno da peça, é a melhor solução da linha. Disponível em aço e em inox.

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Escovas Manuais PFERD — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escovas Manuais PFERD

Nem todo serviço de escovamento justifica ligar uma máquina. A linha manual cobre limpeza de bancada, preparação rápida de peça e manutenção de ferramenta — com a vantagem de não gerar faísca nem exigir EPI de máquina rotativa. A escolha do arame define a aplicação. O arame de aço serve aço e ferro fundido e suporta até 300 °C. O inox não deixa resíduo corrosivo na peça e vai até 450 °C, sendo a opção para aço inoxidável, alumínio e não-ferrosos. O latão CuZn37 é mais macio, não gera faísca e deixa acabamento fino — indicado para latão, cobre e metais não ferrosos, e obrigatório em área onde faísca é risco. A HBF 10 é a escova específica para limpeza de lima: fio fino de 0,15 mm, que remove o cavaco preso entre os dentes sem danificar o picado. A HBB 80 tem bloco de madeira e fio de 0,45 mm, para serviço pesado de bancada.

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Escova Copo PSF com Rosca M14 PFERD — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Copo PSF com Rosca M14 PFERD

A linha PSF é a escova de uso corrente: a que fica na prateleira do almoxarifado e atende o serviço do dia a dia sem precisar de especificação. Rosca M14, montagem direta na esmerilhadeira angular. A família copo PSF cobre as duas construções. A trançada, com fio de 0,35 mm, ataca carepa, respingo e cordão de solda. A ondulada, com fio de 0,30 mm, limpa e prepara superfície sem marcar. Em aço para serviço geral em aço carbono e ferro fundido; em inox quando a peça é de aço inoxidável ou alumínio e não pode receber resíduo ferroso. A linha PSF é apresentada na tabela PFERD como Escovas Industriais Para Uso Universal. É a opção de custo por peça mais baixo da linha, para aplicação geral.

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Escova Cônica PSF com Rosca M14 PFERD — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cônica PSF com Rosca M14 PFERD

Versão de linha universal da escova cônica. O formato em cone alcança borda interna, ranhura e canto vivo — geometria em que a escova copo trabalha mal porque ataca de frente. Arame de aço trançado com fio de 0,50 mm: construção agressiva, para remoção de carepa, respingo e solda em canto. Rosca M14, montagem direta em esmerilhadeira angular. Item único de 100 x 13 mm. Quem precisa de mais diâmetro, mais vida útil ou versão em inox encontra na linha PFERD premium, com construção COMBITWIST. A linha PSF é apresentada na tabela PFERD como Escovas Industriais Para Uso Universal. É a opção de custo por peça mais baixo da linha, para aplicação geral.

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Escova Cilíndrica PSF com Furo PFERD — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cilíndrica PSF com Furo PFERD

Escova cilíndrica de linha universal, com furo para montagem em esmerilhadeira angular ou eixo estacionário. Cobre faixa larga de superfície por passada, o que a torna a opção de produtividade em limpeza de área. A família traz versão trançada com fio de 0,50 mm em aço e inox, para remoção de carepa e cordão de solda, e versão ondulada de 150 x 25 mm para escovamento médio com acabamento mais uniforme. Para aplicação contínua em célula automatizada ou exigência de vida útil alta, a linha PFERD premium com nós COMBITWIST sustenta melhor o rendimento ao longo do uso. A linha PSF é apresentada na tabela PFERD como Escovas Industriais Para Uso Universal. É a opção de custo por peça mais baixo da linha, para aplicação geral.

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Escova Cilíndrica PSF com Haste PFERD — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Cilíndrica PSF com Haste PFERD

Haste de 6,35 mm (1/4"), montagem em retífica reta, furadeira ou parafusadeira. É a escova de trabalho localizado da linha universal: furo, rebaixo, canal e área de acesso restrito. A família cobre de 50 a 100 mm de diâmetro, em construção ondulada com fio de 0,30 mm para limpeza e acabamento, e em construção trançada de 0,50 mm para remoção pesada em espaço confinado. Arame de aço, indicado para aço carbono e ferro fundido, com temperatura de trabalho até 300 °C. A linha PSF é apresentada na tabela PFERD como Escovas Industriais Para Uso Universal. É a opção de custo por peça mais baixo da linha, para aplicação geral.

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Escova Pincel PSF com Haste PFERD — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escova Pincel PSF com Haste PFERD

A menor escova com haste da linha universal, para serviço pontual: rosca, furo cego, terminal elétrico, detalhe de peça. Faixa de trabalho de 5 a 15 m/s — a mais baixa entre os formatos de escova, e o que permite usá-la sem destruir superfície delicada. Nove referências cobrindo de 15 a 30 mm de diâmetro, em construção ondulada para limpeza suave e trançada para ataque concentrado, nas versões aço e inox. Haste de 6,35 mm, montagem em furadeira, parafusadeira ou retífica reta. A linha PSF é apresentada na tabela PFERD como Escovas Industriais Para Uso Universal. É a opção de custo por peça mais baixo da linha, para aplicação geral.

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Escovas Manuais PSF PFERD — PFERD, Hebron Ferramentas
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Escovas Manuais PSF PFERD

Escova manual de tipo curvado com cabo plástico, nas três opções de arame. É a ferramenta de limpeza imediata de bancada — sem máquina, sem EPI de rotativa, sem preparação. O arame define o uso. Aço para aço carbono e ferro fundido. Inox para aço inoxidável, alumínio e não-ferrosos, sem deixar resíduo que vire ponto de corrosão. Latão CuZn37 para latão, cobre e metais macios — e para qualquer área onde faísca seja risco, já que o latão não gera faísca. A linha PSF é apresentada na tabela PFERD como Escovas Industriais Para Uso Universal. É a opção de custo por peça mais baixo da linha, para aplicação geral.

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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK VICTOGRAIN — PFERD, Hebron Ferramentas
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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK VICTOGRAIN

O VICTOGRAIN é a resposta da PFERD à pergunta de por que um grão abrasivo perde corte. A descrição da PFERD é precisa: os grãos são triangulares e fixados ao costado por um dos lados, o que os mantém firmes no lugar; o perfil esguio deixa um grande espaço para o cavaco; e cada triângulo contém cristais muito pequenos, de modo que as arestas de corte continuam expostas enquanto só uma quantidade mínima de grão se desprende durante o uso. Traduzido para a bancada: o disco não arredonda. Ele se renova por dentro, mantendo agressividade do primeiro ao último minuto, em vez de cortar bem nos dez primeiros e depois só esquentar a peça. A PFERD indica esta linha para aço, aço fundido, não-ferrosos duros, ligas à base de níquel — Inconel e Hastelloy — e aços temperados. É a faixa de material em que o disco comum morre rápido: material que conduz mal o calor e devolve todo ele para a ferramenta. Aplicações declaradas: rebarbação, nivelamento, trabalho de superfície, cordão de solda e bordas. Seis itens de 115 mm, nos grãos 36, 60 e 80, cada um na versão padrão e na versão COOL, que leva revestimento com aditivos ativos de corte. Sobre o sistema COMBICLICK: o disco tem fixação própria no verso e trabalha sobre um prato de apoio desenvolvido para ele, o que elimina a porca e a arruela de centro. A PFERD descreve rasgos de refrigeração com geometria específica, que movimentam um grande volume de ar e reduzem o calor no abrasivo e na peça. Os índices que a PFERD declara, comparando com ferramenta convencional: cerca de 30% menos temperatura na peça, cerca de 25% mais remoção e cerca de 30% mais vida útil. Sem peça de fixação saliente, também não há risco de riscar a peça com a porca. Velocidade periférica máxima de 80 m/s, que não deve ser excedida — em disco de 115 mm isso corresponde a 13.300 rpm. O prato de apoio é vendido separadamente.

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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK CO-COOL e A-COOL — PFERD, Hebron Ferramentas
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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK CO-COOL e A-COOL

Esta é a linha de maior amplitude de grão do COMBICLICK: do 24, que arranca material, ao 220, que já é preparação de superfície. Oito itens de 115 mm cobrindo desbaste pesado até acabamento fino sem trocar de sistema de fixação. São duas especificações de grão. O CO-COOL usa grão de óxido cerâmico autoafiante, que a PFERD indica para desbaste agressivo em materiais duros que conduzem mal o calor — inox, aço fundido, aços até 1.200 N/mm² ou acima de 54 HRC — e também em alumínio, latão, bronze e cobre. O A-COOL, nos grãos 120 e 220, é a opção de acabamento da linha. O COOL não é nome comercial vazio. A PFERD descreve o revestimento como contendo aditivos ativos de corte, que elevam a remoção, reduzem o empastamento e produzem corte mais frio. Em inox, essas três coisas são a mesma coisa: disco empastado esquenta, disco quente mancha a peça, e peça manchada é retrabalho. Sobre o sistema COMBICLICK: o disco tem fixação própria no verso e trabalha sobre um prato de apoio desenvolvido para ele, o que elimina a porca e a arruela de centro. A PFERD descreve rasgos de refrigeração com geometria específica, que movimentam um grande volume de ar e reduzem o calor no abrasivo e na peça. Os índices que a PFERD declara, comparando com ferramenta convencional: cerca de 30% menos temperatura na peça, cerca de 25% mais remoção e cerca de 30% mais vida útil. Sem peça de fixação saliente, também não há risco de riscar a peça com a porca. Velocidade periférica máxima de 80 m/s, que não deve ser excedida — em disco de 115 mm isso corresponde a 13.300 rpm. O prato de apoio é vendido separadamente. Como se usa um disco de fibra: inclinado, apoiado em parte do disco, nunca de face inteira. Apoiar o disco todo tira o escape do cavaco e empasta o abrasivo. E disco de fibra só trabalha montado em prato de apoio — é o prato que dá a rigidez; sem ele o disco dobra e rasga.

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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK CO-COOL CONTOUR 125 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Disco de Fibra PFERD COMBICLICK CO-COOL CONTOUR 125 mm

O formato CONTOUR existe para a peça que não é plana. Em superfície curva, canto interno e raio, o disco de fibra reto só toca a peça na borda — e borda que toca sozinha corta mais do que o resto, deixando marca de disco na peça. Três itens de 125 mm, nos grãos 60, 80 e 120, com o mesmo grão de óxido cerâmico CO-COOL da linha padrão: desbaste agressivo em material duro de baixa condução térmica, com o revestimento de aditivos ativos que reduz empastamento e esquenta menos. É também o único diâmetro de 125 mm da linha PFERD de disco de fibra desta tabela — o que importa para quem já padronizou a esmerilhadeira em 125 mm e não quer manter duas medidas de prato. Sobre o sistema COMBICLICK: o disco tem fixação própria no verso e trabalha sobre um prato de apoio desenvolvido para ele, o que elimina a porca e a arruela de centro. A PFERD descreve rasgos de refrigeração com geometria específica, que movimentam um grande volume de ar e reduzem o calor no abrasivo e na peça. Os índices que a PFERD declara, comparando com ferramenta convencional: cerca de 30% menos temperatura na peça, cerca de 25% mais remoção e cerca de 30% mais vida útil. Sem peça de fixação saliente, também não há risco de riscar a peça com a porca. Velocidade periférica máxima de 80 m/s. O prato de apoio é vendido separadamente; o prato COMBICLICK desta tabela atende 115 e 125 mm.

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Prato de Apoio COMBICLICK PFERD e Kit CC-SET

O disco COMBICLICK não monta em prato comum: a fixação é própria, no verso do disco, e é o prato que a recebe. Sem o prato COMBICLICK, o disco não tem como ser usado — e é por isso que ele entra na primeira compra, não na reposição. O prato é também metade da tecnologia. Os rasgos de refrigeração que a PFERD descreve, e que respondem pelos cerca de 30% de redução de temperatura na peça, estão no conjunto disco mais prato. Montar disco COMBICLICK e esperar o resultado sem o prato próprio não funciona. Três versões de prato na tabela, todas em rosca M14 e todas atendendo 115 e 125 mm: CC-GT, CC-H-GT e CC-S-GT. Mais o kit COMBICLICK CC-SET 115 M14, que é a entrada pronta no sistema. Observação honesta: a diferença entre as três versões de prato não está descrita em nenhuma fonte oficial da PFERD que eu tenha conseguido ler. É a informação mais importante a pedir à PFERD antes de publicar esta página, porque o comprador precisa saber qual prato combinar com qual disco. Veja as pendências. Rosca M14: montagem direta em esmerilhadeira angular comum, com ou sem bateria.

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Prato de Apoio PFERD para Discos de Fibra Convencionais

Disco de fibra convencional — o de furo central, que aperta com porca — precisa de prato de apoio, e o prato não é acessório opcional: é o que dá rigidez ao disco. Sem prato, o disco de fibra dobra no primeiro contato e rasga. Cinco itens na tabela, em dois diâmetros e três versões. Em 115 mm: GT, H-GT e HT-GT. Em 180 mm: H-GT e HT-GT. Todos com rosca M14, para esmerilhadeira angular comum. O diâmetro do prato tem de casar com o do disco. Prato menor que o disco deixa a borda do disco sem apoio, e borda sem apoio é onde o disco rasga; prato maior que o disco encosta na peça e marca. Observação honesta: a PFERD nomeia as versões GT, H-GT e HT-GT, mas não encontrei fonte oficial que descreva a diferença entre elas — provavelmente rigidez ou dureza do prato, mas não vou afirmar o que não verifiquei. Confirmar com a PFERD antes de publicar; veja as pendências. Esta é a linha para quem já usa disco de fibra convencional. Quem vai entrar no sistema COMBICLICK precisa do prato COMBICLICK, que é outro produto.

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Disco de Fibra VSM ACTIROX AF799 e AF890

São duas linhas ACTIROX, e a escolha entre elas é de material. O AF799 a VSM apresenta para alumínio e aço, com máxima remoção, boa evacuação de aparas e vida útil muito longa, recomendando rebarbadeira de alta potência. O caso que a VSM publica: no nivelamento de cordão em aço não ligado, o dobro da remoção dos grãos cerâmicos anteriores. O AF890 é o de inox e superliga. A VSM destaca alta agressividade inicial e corte frio sem descoloração — e o caso publicado é direto ao ponto: no nivelamento de cordão em aço inoxidável, até 70% mais peças por turno. Descoloração em inox não é estética: é a zona termicamente afetada aparecendo, e em peça de acabamento sanitário ela vira retrabalho ou refugo. Doze itens, nos dois diâmetros que o mercado usa — 115 e 180 mm — e nos grãos 36, 60 e 80. Sobre a tecnologia ACTIROX: a VSM descreve um grão cerâmico de forma triangular, 100% geométrico, fabricado na Alemanha, orientado verticalmente num ângulo que ela considera ótimo para corte agressivo. O grão se desgasta de forma definida e expõe sempre arestas de corte novas, em vez de arredondar. Sobre o grão vem a camada TOP SIZE, uma camada abrasiva adicional que, segundo a VSM, produz corte mais frio e prolonga a vida útil. A VSM declara, para a tecnologia como um todo, mais do que o dobro da taxa de remoção em relação a abrasivos cerâmicos convencionais, com acabamento uniforme. São afirmações do fabricante. Como se usa um disco de fibra: inclinado, apoiado em parte do disco, nunca de face inteira. Apoiar o disco todo tira o escape do cavaco e empasta o abrasivo. E disco de fibra só trabalha montado em prato de apoio — é o prato que dá a rigidez; sem ele o disco dobra e rasga.

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Disco de Fibra VSM ACTIROX AF979 e AF733 ALU-X

Duas linhas de aplicação específica, as duas em grão 36 — grão de arrancar material, não de acabar. O AF979 é a versão de uso intensivo da família. A VSM o apresenta com remoção máxima e vida útil muito longa, para chanfragem, rebarbação e preparação de junta de solda, e destaca a correção de rebarba de corte por plasma em aço. O caso publicado: em S355JR cortado a plasma, cerca de 50% mais remoção que o abrasivo líder anterior. Rebarba de plasma é dura e irregular — é exatamente onde o disco comum se esgota antes de terminar a peça. O AF733 é o de alumínio e não-ferrosos, e tem uma camada própria: a ALU-X. Segundo a VSM, ela melhora a remoção de aparas, sobretudo em alumínio. Esse é o problema central do alumínio em abrasivo — o metal é macio e cola no grão, empasta o disco e o disco para de cortar em minutos. A camada existe para atacar isso. Cinco itens: AF979 em 115, 125 e 180 mm — é a única linha de disco de fibra desta tabela com a medida de 125 mm em grão de desbaste — e AF733 ALU-X em 115 e 180 mm. Sobre a tecnologia ACTIROX: a VSM descreve um grão cerâmico de forma triangular, 100% geométrico, fabricado na Alemanha, orientado verticalmente num ângulo que ela considera ótimo para corte agressivo. O grão se desgasta de forma definida e expõe sempre arestas de corte novas, em vez de arredondar. Sobre o grão vem a camada TOP SIZE, uma camada abrasiva adicional que, segundo a VSM, produz corte mais frio e prolonga a vida útil.

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Disco de Fibra VSM Grão Cerâmico Plus XF885

A XF885 é a linha de maior amplitude de grão de toda a tabela de discos de fibra: nove granulometrias, do 20 ao 120, em cada um dos dois diâmetros. Dezoito itens. O grão 20 merece destaque porque é raro: é o grão mais grosso da tabela inteira, e existe para serviço em que o objetivo é arrancar material bruto — rebarba de fundido, cordão de solda alto, excesso de corte. Na outra ponta, o 120 já é preparação de superfície. A VSM classifica a XF885 no grupo Grão Cerâmico Plus, uma linha acima do grão cerâmico padrão da mesma tabela. Grão cerâmico é o grão que se autoafia por microfratura: em vez de arredondar sob carga, ele lasca em escala microscópica e expõe aresta nova. É por isso que ele domina o trabalho em inox e aço-liga, onde o problema não é dureza do material, é o calor que ele não dissipa. Dois diâmetros: 115 mm para esmerilhadeira pequena e 180 mm para a grande. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas. Como se usa um disco de fibra: inclinado, apoiado em parte do disco, nunca de face inteira. Apoiar o disco todo tira o escape do cavaco e empasta o abrasivo. E disco de fibra só trabalha montado em prato de apoio — é o prato que dá a rigidez; sem ele o disco dobra e rasga.

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Disco de Fibra VSM Grão Cerâmico — XF870, XF760 e XF850

Trinta e oito itens: é a maior linha de disco de fibra desta tabela, e a mais completa em cobertura de grão e diâmetro. A VSM agrupa três linhas sob Grão Cerâmico. A XF870 é a mais ampla das três, com oito granulometrias do 24 ao 120 em cada diâmetro. A XF760 vai do 24 ao 80, com seis grãos. A XF850 começa no 36 e vai ao 80, com cinco. O que o grão cerâmico faz: ele se autoafia. Sob carga, em vez de arredondar e passar a esfregar a peça, o grão lasca em escala microscópica e expõe aresta de corte nova. O disco corta até acabar o abrasivo, não até o grão cegar. Em inox, aço-liga e superliga — material que não conduz calor e devolve tudo para a ferramenta — essa é a diferença entre um disco e três. Dois diâmetros, 115 e 180 mm, em todas as três linhas. Observação honesta: a VSM agrupa as três como grão cerâmico, mas não localizei a descrição oficial do que diferencia XF870, XF760 e XF850 entre si. A tabela de variantes mostra a cobertura de grão de cada uma, que é a diferença objetiva que consigo afirmar. Veja as pendências. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas.

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Disco de Fibra VSM Grão Cerâmico com Estearato XF733

O estearato resolve um problema só, mas é um problema que arruína disco: empastamento. Material macio e material com camada — alumínio, latão, cobre, tinta, verniz, primer, plástico — não lasca sob o grão: ele cola nele. O espaço entre os grãos entope, o disco perde a capacidade de cortar e passa a esfregar e esquentar. Em minutos o disco está liso e a peça está quente. A camada de estearato é um lubrificante seco aplicado sobre o abrasivo. Ela impede que o material removido adira ao grão, e é por isso que a VSM separa a XF733 num grupo próprio na tabela: Grão Cerâmico Stearate. A base é grão cerâmico, ou seja, continua sendo disco de remoção, não de polimento. Oito itens, nos grãos 24, 36, 60 e 80, em 115 e 180 mm. Uma consequência prática que vale saber: resíduo de estearato pode interferir em pintura e em solda posteriores. Quem vai pintar ou soldar a superfície depois precisa limpar a peça — e é a razão pela qual não se usa disco estearatado em tudo, por mais prático que pareça. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas.

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Disco de Fibra VSM Grão Zircônio ZF713

O zircônio é o grão de quem aperta. Ele é tenaz — resiste ao impacto e à pressão de contato sem se fragmentar — e por isso trabalha bem exatamente na condição em que o operador força a máquina contra a peça, que é como se desbasta aço carbono na prática. A escolha entre zircônio e cerâmico não é de qualidade, é de limite. Em aço carbono e aço fundido, o calor não é o gargalo: o material conduz e dissipa. O gargalo é a carga mecânica, e aí o zircônio entrega mais disco por real que o cerâmico. Em inox e superliga a conta inverte, porque o limite passa a ser a temperatura e o cerâmico assume. Quatorze itens, nos dois diâmetros. Em 115 mm, os grãos 36 a 120; em 180 mm, do 24 ao 120 — o 24 só existe na medida grande, que é a medida de desbaste pesado. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas. Como se usa um disco de fibra: inclinado, apoiado em parte do disco, nunca de face inteira. Apoiar o disco todo tira o escape do cavaco e empasta o abrasivo. E disco de fibra só trabalha montado em prato de apoio — é o prato que dá a rigidez; sem ele o disco dobra e rasga.

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Disco de Fibra VSM Grão Óxido de Alumínio KF708

O óxido de alumínio é o grão convencional, e continua existindo por um motivo que nenhuma tecnologia nova resolve: preço. Em serviço de pressão baixa a média, em aço comum, em madeira, em trabalho esporádico de manutenção, o grão cerâmico entrega uma vantagem que o serviço não consegue aproveitar — e cobra por ela. Dezesseis itens, oito granulometrias do 24 ao 120, nos dois diâmetros. É a cobertura completa de grão na linha de entrada. Onde ele é a escolha certa: oficina que usa disco de fibra de vez em quando e não por turno; manutenção geral, em que o material muda e o volume é baixo; trabalho em madeira e em material não metálico; e serviço de acabamento leve, em que a remoção não é o ponto. Onde ele não é: inox, superliga, aço temperado e qualquer serviço de volume. Nesses, o disco de óxido de alumínio cega rápido e o custo por peça acabada fica acima do cerâmico, mesmo custando menos por unidade. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas.

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Disco de Fibra VSM Grão Carbureto de Silício SF08

O carbureto de silício é um grão duro e frágil, e as duas coisas importam. Duro, para vencer material que o óxido de alumínio não vence. Frágil, porque ele lasca em vez de arredondar — o que mantém aresta viva em material que não oferece resistência suficiente para afiar o grão por atrito. É o grão dos materiais que não são aço: ferro fundido cinzento, pedra, concreto, vidro, cerâmica, plástico, borracha, e os não-ferrosos em geral. Também é o grão de remoção de tinta e de camada, porque corta a camada sem agarrar nela como o grão de aço agarra. Dez itens, cinco grãos — 24, 36, 60, 80 e 120 — nos dois diâmetros, 115 e 180 mm. Onde ele não serve: aço carbono e inox de desbaste pesado. Nesses, o grão é duro demais e frágil demais ao mesmo tempo — ele se consome contra um material que resiste, em vez de cortá-lo. Para aço, zircônio ou cerâmico. Como se escolhe o grão: cerâmico quando o limite é o calor — inox, aço-liga, superliga; zircônio quando o limite é a pressão, em aço carbono e aço fundido; óxido de alumínio quando o limite é o custo, em aço comum e uso geral; carbureto de silício para não-ferrosos, ferro fundido, pedra e tinta. Essa é a lógica corrente do setor de abrasivos, e é a mesma pela qual a própria tabela da VSM separa as linhas.

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Suporte VSM TURBO PAD para Discos de Fibra — ZFT1, ZFT2 e ZFT3

Todo disco de fibra desta tabela — ACTIROX e linha VSM — tem furo central e precisa de suporte. O TURBO PAD é o suporte da VSM para eles. Seis itens: três versões, ZFT1, ZFT2 e ZFT3, cada uma em 115 e 180 mm, todas em rosca M14 para esmerilhadeira angular comum. Por que o suporte não é detalhe: é ele que define a rigidez do conjunto, e rigidez define duas coisas que o comprador sente. A primeira é agressividade — suporte mais rígido concentra a pressão e remove mais; mais flexível distribui e acompanha contorno. A segunda é a vida do disco: suporte com o diâmetro errado deixa a borda do disco sem apoio, e é na borda sem apoio que o disco de fibra rasga. O diâmetro do suporte casa com o do disco: 115 com 115, 180 com 180. Observação honesta: a numeração ZFT1, ZFT2 e ZFT3 sugere três graus — provavelmente de rigidez — mas não localizei a descrição oficial da VSM do que diferencia os três. Não vou afirmar a ordem. É informação a pedir à VSM antes de publicar; veja as pendências.

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Disco de Corte Diamantado Segmentado PFERD DS PSF

O disco segmentado é o disco de obra. A PFERD posiciona a linha DS PSF para corte rápido de pedra e concreto, e é o perfil de aro que entrega isso: os vãos entre os segmentos tiram o pó da linha de corte e deixam o ar resfriar o disco, o que sustenta velocidade em material que gera muita carga. Dez medidas, de 100 a 450 mm, cobrindo a obra toda. De 100 a 125 mm para esmerilhadeira angular pequena — rasgo de instalação elétrica e hidráulica, corte de bloco, acerto de peça. De 178 a 230 mm para esmerilhadeira grande e serra mármore. De 300 a 450 mm para serra de bancada e serra de piso, onde o corte é profundo e contínuo. Note a progressão de espessura: 1,6 mm nos diâmetros pequenos e 3,2 mm nos grandes. Disco maior precisa de corpo mais espesso para não fletir no corte profundo — e disco mais espesso remove mais material, o que é por que não se usa disco de 450 mm para corte fino. Como escolher o aro: o perfil do aro é o que define o resultado, não o preço. Aro segmentado tem vãos entre os segmentos — eles jogam o pó fora e deixam o ar circular, o que resfria o disco e dá o corte mais rápido, com a borda mais marcada. Aro contínuo não tem vão: corta mais devagar e esquenta mais, mas sai borda limpa, sem lascar. Entre os dois está o aro contínuo tipo TURBO, com perfil trabalhado, que busca velocidade sem perder qualidade de borda.

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Disco de Corte Diamantado TURBO PFERD DG PSF

O TURBO é o disco de quem não quer escolher entre velocidade e acabamento. A PFERD indica a linha DG PSF para pedra e concreto e destaca a alta qualidade de corte — o aro é contínuo, mas com perfil trabalhado, e é esse perfil que recupera parte da capacidade de refrigeração que o aro liso não tem. Na prática, é o disco certo quando a borda vai ficar à vista. Corte de soleira, peitoril, bancada de granito, revestimento de pedra, acabamento de rasgo que vai receber emboço fino: o disco segmentado resolve mais rápido, mas deixa a borda mais marcada. O TURBO sai mais limpo. Seis medidas, de 100 a 230 mm, com espessura de 1,9 a 2,6 mm — a faixa de esmerilhadeira angular e serra mármore, que é onde esse tipo de corte acontece. Importante no uso: aro contínuo esquenta mais que segmentado. Corte em passes, sem forçar o disco dentro do material, e deixe o disco girar livre por alguns segundos entre passes. Disco diamantado que superaquece perde o diamante da matriz — e isso não volta. Como escolher o aro: o perfil do aro é o que define o resultado, não o preço. Aro segmentado tem vãos entre os segmentos — eles jogam o pó fora e deixam o ar circular, o que resfria o disco e dá o corte mais rápido, com a borda mais marcada. Aro contínuo não tem vão: corta mais devagar e esquenta mais, mas sai borda limpa, sem lascar. Entre os dois está o aro contínuo tipo TURBO, com perfil trabalhado, que busca velocidade sem perder qualidade de borda.

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Disco de Corte Diamantado Liso Contínuo PFERD DG FL PSF

Cerâmica lasca. Essa é a frase que explica a existência deste disco. Em telha, azulejo, porcelanato e cerâmica esmaltada, o vão entre segmentos funciona como um pequeno impacto a cada volta — e cada impacto é um ponto de lascamento no esmalte. O aro liso contínuo não tem vão, então não tem impacto. A PFERD descreve as variantes FL desta linha como indicadas para corte de telhas. O sufixo FL é o que identifica o aro liso dentro da família DG. Seis medidas, de 100 a 230 mm. As de 100 a 125 mm são as de uso diário do azulejista, em esmerilhadeira angular pequena — recorte de ponto de tomada, de vaso sanitário, de canto. As de 178 e 230 mm atendem corte reto de peça grande. Uso: este é o disco que mais pede paciência. Sem vão, a refrigeração depende do ar e do intervalo entre passes. Corte com pressão leve e constante, deixe o disco girar livre entre passes, e, se a máquina permitir, trabalhe com água — o corte sai mais limpo e o disco dura muito mais. Como escolher o aro: o perfil do aro é o que define o resultado, não o preço. Aro segmentado tem vãos entre os segmentos — eles jogam o pó fora e deixam o ar circular, o que resfria o disco e dá o corte mais rápido, com a borda mais marcada. Aro contínuo não tem vão: corta mais devagar e esquenta mais, mas sai borda limpa, sem lascar. Entre os dois está o aro contínuo tipo TURBO, com perfil trabalhado, que busca velocidade sem perder qualidade de borda.

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Disco de Corte Diamantado para Asfalto PFERD DS AS SG

Asfalto desgasta o disco de um jeito próprio. O agregado solto na mistura trabalha como abrasivo livre e ataca o corpo do disco por baixo do segmento — é o desgaste de base, que solta segmento antes de o diamante acabar. Por isso existe disco específico, e por isso o disco de concreto não serve bem aqui. A PFERD indica esta linha para corte rápido de asfalto. São quatro medidas grandes — 300, 350, 400 e 450 mm, com furo de 25,4 mm (as de 300 mm também em 20 mm) — que é a faixa de serra de piso e serra de bancada usada em pavimentação. Espessura de 2,8 mm nas duas primeiras e 3,2 mm nas duas maiores. O corpo mais espesso é o que sustenta o disco reto no corte profundo de pista, em que qualquer flexão trava a máquina. Os quatro itens são da linha SG e estão marcados como novidade na tabela de 2026.

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Disco de Corte Multiuso PFERD MULTI POWER CARBIDE DS 125

Este é o disco de quem não quer trocar de disco. O Catálogo 5 da PFERD o classifica como disco de corte de carboneto para uso geral — e aqui está a diferença que importa: não é um disco diamantado. O abrasivo é carboneto, não diamante, e é isso que dá a ele a característica de multimaterial. Com 1,2 mm, é o mais fino de toda a linha de 125 mm da tabela. Disco fino corta com menos esforço, tira menos material e produz menos rebarba — o que é exatamente o que se quer em corte de uso geral, em que o material muda a cada peça. Montagem em esmerilhadeira angular de 125 mm, furo 22,23 mm. Item marcado como novidade na tabela de 2026. Observação honesta: a página oficial desta referência não estava acessível quando montei esta ficha. Os materiais exatos que a PFERD recomenda para este disco devem ser confirmados antes de publicar — veja as pendências.

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Kit de Discos de Corte Diamantados PFERD 115 mm PSF

O kit reúne, numa embalagem, as duas espessuras da linha de 115 mm: 1,6 mm e 1,9 mm — que na linha avulsa correspondem ao disco segmentado DS e ao aro contínuo TURBO DG, ambos com furo de 22,23 mm. A lógica é de ponto de venda. 115 mm é o diâmetro mais vendido no Brasil, porque é a medida da esmerilhadeira angular que todo profissional tem. Oferecer o par — o disco rápido e o disco de borda limpa — cobre o serviço do profissional que faz obra completa e não quer decidir na loja qual dos dois levar. Para quem compra por volume, o item avulso continua disponível em todas as dez medidas da linha DS e nas seis da linha DG. Observação honesta: a composição exata do kit — quantos discos e de qual linha cada um — não está detalhada na tabela, apenas as duas espessuras. Confirmar antes de publicar; veja as pendências.

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Copo de Desbaste Diamantado PFERD DCW PSF — 1 e 2 Fileiras

Depois do corte vem o nivelamento, e é aí que entra o copo diamantado. A PFERD indica a linha DCW PSF para nivelar concreto e contrapiso — tirar o desnível da concretagem, acertar emenda de laje, remover sobra de rejunte e de cola, preparar superfície antes de revestir. A linha tem duas construções, identificadas na referência. O 1R tem uma fileira de segmentos; o 2R tem duas. Geometricamente, duas fileiras colocam mais segmento em contato por volta, distribuído em duas circunferências diferentes — o que é a razão de existirem as duas versões. Três diâmetros em cada construção: 100, 115 e 125 mm, todos com 6 mm de altura de corpo. A versão de 100 mm aceita furo de 16 ou 22,23 mm; as demais, 22,23 mm. Montagem em esmerilhadeira angular. No uso, o copo trabalha inclinado, apoiado em parte da coroa — nunca de chapa inteira. Apoiar o copo todo de uma vez tira o escape do pó e empasta os segmentos. Observação honesta: a PFERD descreve a mesma aplicação para o 1R e para o 2R, sem declarar vantagem de um sobre o outro. Não atribuí a ela uma diferença que ela não afirma — veja as pendências.

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Broca Copo Diamantada PFERD DCD M14 — 20 a 70 mm

Dezesseis diâmetros, de 20 a 70 mm, com rosca M14: é a linha de broca copo diamantada que resolve o furo grande em material duro. Caixa de luz, passagem de tubulação, furo para registro, furo para torneira de bancada, rebaixo para acessório. A ficha do produto PFERD indica uso em vidro, cerâmica e pedra, incluindo porcelanato e cerâmica esmaltada, além de concreto, e espessura máxima de peça de 40 mm. Rosca M14, montagem direta na esmerilhadeira angular. Sem água: a PFERD indica uso a seco. Como usar, segundo a própria PFERD: rotação baixa, com pressão firme e constante. Esses dois pontos andam juntos — rotação alta queima o diamante, e pressão irregular lasca o esmalte na entrada. A PFERD também registra que dispositivo de centralização diamantado ajuda no posicionamento preciso em material duro, porque a coroa tende a patinar em superfície vitrificada antes de morder. A faixa de diâmetros segue o padrão da instalação predial: 20 a 32 mm para tubulação hidráulica e elétrica, 35 a 45 mm para registro e caixa, 51 a 70 mm para passagem maior e furo de bancada.

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Broca Pino Diamantada PFERD DPD 5 a 12 mm e Dispositivo de Centralização

Furo pequeno em porcelanato é onde mais se quebra peça. A broca comum não entra, e a broca que entra patina no esmalte e, quando morde, lasca. A broca pino diamantada resolve os dois problemas. Cinco diâmetros — 5, 6, 8, 10 e 12 mm — na faixa de parafuso de fixação: suporte de prateleira, barra de apoio, acessório de banheiro, fixação de espelho, chumbador leve. Dois pontos da ficha do produto PFERD que mudam o uso:A broca é de uso a seco e tem enchimento de cera, que produz efeito de autorrefrigeração — não precisa de água. Isso é o que torna viável furar parede acabada sem molhar o ambiente.A haste é hexagonal de 12 mm, para furadeira. Haste sextavada não gira na castanha da furadeira, o que é exatamente o que acontece com haste redonda em material duro, quando a broca travar. Uso: rotação baixa, pressão firme e constante, espessura máxima de peça de 30 mm. O dispositivo de centralização DPD 5-12 mm atende toda a faixa e é o acessório que resolve o problema de partida: ele segura a broca no ponto até o diamante morder, em vez de deixá-la correr pelo esmalte. Está incluído nesta ficha como item da mesma solução.

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Limas Diamantadas de Precisão PFERD — Agulha DF e Flexível DBL

Estas não são ferramentas de obra — são de ferramentaria. O Catálogo 5 da PFERD classifica as limas de precisão e as limas agulha diamantadas dentro do grupo de liga galvânica, que é a ligação em que o diamante fica numa única camada exposta na superfície da ferramenta. Camada única significa corte agressivo desde a primeira passada e perfil que não muda com o uso — o que é a razão de se usar diamante galvânico em trabalho de forma. A lima agulha DF 4162 trabalha onde a lima de aço não corta: aço temperado, metal duro, cerâmica técnica. Em molde e matriz, é a ferramenta de acerto de detalhe, de raio e de canto depois do tratamento térmico. As limas flexíveis DBL são lâminas finas — 0,7 mm na de 170 mm e 1,3 mm na de 350 mm. A flexibilidade é o ponto: a lâmina acompanha a curva do perfil em vez de cortar reto por cima dela, o que é o que se precisa em superfície contornada de molde. O grão diamante segue a designação FEPA. D 64 é grão mais fino, para acabamento; D 126 é mais grosso, para remoção. As três referências são fornecidas sob encomenda.

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Rebolo de Bancada PFERD UNIVERSAL — Óxido de Alumínio — PFERD, Hebron Ferramentas
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Rebolo de Bancada PFERD UNIVERSAL — Óxido de Alumínio

O rebolo marrom é o de uso geral do esmeril de bancada: óxido de alumínio em liga vitrificada, para aço carbono, aço-liga e a rotina de rebarbar, acertar borda e dar o primeiro fio na ferramenta. Três grãos cobrem a bancada inteira. Grão 24 para arrancar material e corrigir peça fora de medida. Grão 36 como o grão de uso diário, que desbasta sem deixar a superfície grosseira. Grão 60 para o acerto final, quando o que falta é dimensão pequena e superfície aceitável. Dimensão 150 x 20 mm com furo de 32 mm, até 4.500 rpm — cerca de 35 m/s na periferia. O conjunto vem com kit de reduções para 25, 20 e 16 mm, o que resolve a montagem na maioria dos esmeris de bancada do mercado sem precisar de bucha torneada. Um detalhe que o catálogo da PFERD faz questão de registrar: dressar o rebolo com regularidade expõe grão afiado e mantém a face de trabalho uniforme. Rebolo empastado não corta — esquenta a peça e queima o fio.

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Rebolo de Bancada PFERD HSS — Óxido de Alumínio Branco — PFERD, Hebron Ferramentas
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Rebolo de Bancada PFERD HSS — Óxido de Alumínio Branco

O rebolo branco existe por causa do calor. Ao afiar ferramenta de aço rápido — broca, fresa, bits de torno, ferramenta de forma — o inimigo não é a falta de corte: é a temperatura. Aço rápido que azula perdeu dureza no fio, e nenhum rebolo devolve isso. O óxido de alumínio branco é um grão mais frágil de propósito. Ele se rompe com mais facilidade sob carga, renova a aresta de corte em vez de arrastar, e por isso gera menos calor na peça que o grão marrom. É a diferença entre afiar a ferramenta e estragar a ferramenta. Dois grãos: 60 para a afiação propriamente dita e 80 para o acabamento do fio, quando a geometria já está certa e falta superfície. 150 x 20 mm, furo 32 mm, até 4.500 rpm, com kit de reduções para 25, 20 e 16 mm. Mesmo assim, afiar aço rápido pede passe leve e refrigeração — o rebolo ajuda, não substitui técnica.

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Rebolo de Bancada PFERD CARBIDE — Carbeto de Silício — PFERD, Hebron Ferramentas
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Rebolo de Bancada PFERD CARBIDE — Carbeto de Silício

Óxido de alumínio não vence metal duro. O grão simplesmente não é mais duro que a peça, e o rebolo se gasta em vez de cortar. Por isso o rebolo verde usa carbeto de silício, um grão mais duro e mais pontiagudo, que é o abrasivo convencional indicado para metal duro, ferro fundido cinzento e materiais duros e frágeis. Três grãos: 60 para acerto de pastilha e remoção de material, 80 para a afiação, 120 para o acabamento do fio em pastilha de metal duro soldada — serviço em que grão grosso lasca a aresta. 150 x 20 mm, furo 32 mm, até 4.500 rpm, com kit de reduções para 25, 20 e 16 mm. Vale o aviso: metal duro trinca com choque térmico. Passe leve, contato constante e sem resfriar peça quente na água — trinca em pastilha costuma nascer aí, não no rebolo.

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Pontas Montadas PFERD Série A — Haste 6,35 mm

A ponta montada é o rebolo que vai aonde a esmerilhadeira não entra: rebarba interna, canto de peça soldada, rasgo, alojamento, raio que a lixa não acompanha. Monta em retífica reta ou pneumática pela haste de 6,35 mm — a bitola de 1/4", que é a mais comum no parque brasileiro. São oito formas na mesma especificação de grão: óxido de alumínio grão 30 em liga vitrificada. A escolha não é de abrasivo, é de geometria. Forma cilíndrica alta (A 11, A 2, A 25) para flanco e parede. Forma achatada e de grande diâmetro (A 34, A 36 — 38 e 41 mm, com 10 mm de altura) para superfície plana e topo. Forma pequena (A 26, 16 x 16 mm) para rebarba em espaço fechado. O catálogo da PFERD posiciona a série A para desbaste de borda e rebarbação, chanfro para cordão de solda e acabamento de solda em contorno — e atribui à liga rígida e dimensionalmente estável a vida longa e a boa estabilidade de aresta, inclusive em acionamento de baixa rotação. Todas as pontas montadas da PFERD são aprovadas para no máximo 50 m/s, e o limite de rotação de cada forma segue a DIN 69170, com base na EN 12413. A rotação máxima da tabela abaixo é o teto de cada forma — nunca o número a ser buscado. Leitura da marcação: a sigla traz, nesta ordem, o abrasivo, o tamanho do grão, a dureza, a estrutura e o ligante — padrão ISO 525, usado por toda a indústria de abrasivos aglomerados. Em ARN 30 K5V: óxido de alumínio, grão 30, dureza K, estrutura 5, ligante vitrificado (V). Em AN 46 N 5 B o ligante é resinoide (B), mais tenaz.

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Ponta Montada PFERD STEEL EDGE A 12 — Haste 6,35 mm

A linha STEEL EDGE existe para um problema específico: trabalho de borda. Quando a ferramenta trabalha na quina — chanfrando para preparar o cordão, acertando aresta, acabando solda em contorno — o desgaste não é uniforme. Ele ataca justamente a aresta da ponta, e uma ponta sem aresta não chanfra mais. A diferença está na marcação: AR 30 O5V, contra ARN 30 K5V das pontas da série padrão. A dureza O é mais alta que a dureza K — ou seja, o ligante segura o grão com mais firmeza. O catálogo da PFERD atribui a essa liga rígida e dimensionalmente estável a vida longa, o baixo desgaste e a boa estabilidade de aresta, inclusive em acionamento de baixa rotação. Forma A 12, 17 x 32 mm de corpo abrasivo, haste de 6,35 mm. É uma ponta esguia, de diâmetro pequeno e corpo alto: alcança rebaixo e trabalha de lado, o que é exatamente o que o chanfro pede. Todas as pontas montadas da PFERD são aprovadas para no máximo 50 m/s, e o limite de rotação de cada forma segue a DIN 69170, com base na EN 12413. A rotação máxima da tabela abaixo é o teto de cada forma — nunca o número a ser buscado.

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Ponta Montada PFERD CAST A 11 — Fundição, Haste 6,35 mm

Peça fundida rebarba diferente. A rebarba de fundido é dura, irregular e aparece em linha de partição, canal de alimentação e massalote — e vem acompanhada de areia e carepa, que desgastam a ferramenta mais rápido que o próprio metal. A PFERD mantém a linha CAST separada justamente para esse setor. Na tabela da Hebron, este item vem com a indicação direta: CAST, para fundições e outros setores. A forma A 11 é a maior da família em corpo abrasivo: 22 mm de diâmetro por 50 mm de altura. Esse comprimento é o diferencial prático — permite trabalhar o flanco inteiro de uma só vez, alcançar rebarba no fundo de cavidade e manter o contato constante sem precisar de ângulo forçado. Por ser mais comprida, tem rotação máxima menor que as formas curtas: 27.600 rpm. Haste de 6,35 mm, montagem em retífica reta ou pneumática. Todas as pontas montadas da PFERD são aprovadas para no máximo 50 m/s, e o limite de rotação de cada forma segue a DIN 69170, com base na EN 12413. A rotação máxima da tabela abaixo é o teto de cada forma — nunca o número a ser buscado.

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Segmento de Rebarbação PFERD SE — Formato Canoa

O segmento em formato canoa é ferramenta manual de fundição, e resolve um serviço que nenhuma rotativa resolve bem: acertar molde e macho de areia. A PFERD descreve o uso como retrabalho e eliminação de transições e de linhas de separação de molde nesses componentes. O formato em cunha é o motivo. Uma extremidade é fina e entra em área estreita — canal, rebaixo, filete — e a face larga trabalha superfície grande com o mesmo bloco. Na prática, uma ferramenta cobre o detalhe e a área, sem troca. Duas medidas: 235 x 42 x 4 mm e 246 x 32 x 5 mm. O grão 46 em ligante resinoide é o que dá o compromisso entre corte e resistência ao esforço de mão — o ligante resinoide é mais tenaz que o vitrificado e aguenta melhor o trabalho manual, em que a carga não é constante. Produto de linha alemã, fornecido sob encomenda. Leitura da marcação: a sigla traz, nesta ordem, o abrasivo, o tamanho do grão, a dureza, a estrutura e o ligante — padrão ISO 525, usado por toda a indústria de abrasivos aglomerados. Em ARN 30 K5V: óxido de alumínio, grão 30, dureza K, estrutura 5, ligante vitrificado (V). Em AN 46 N 5 B o ligante é resinoide (B), mais tenaz.

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Pedra de Amolar PFERD S 250 — 250 x 35 x 12 mm

Pedra de amolar manual, de carbeto de silício grão 220 em ligante cerâmico. Serve para afiar lâmina e remover rebarba onde não cabe máquina: faca, foice, gadanha, lâmina de corte em geral. O formato é oval, pensado para a pega da mão — não é um bloco retangular que escorrega. Com 250 mm de comprimento, o movimento é longo e contínuo, o que é o que mantém o ângulo do fio constante. Fio bom é fio de ângulo constante; pedra curta obriga a repetir o gesto e o ângulo varia. Pode ser usada a úmido, com água, ou a seco. O grão 220 é grão de acabamento de fio — não é a pedra para recuperar lâmina cega ou lascada, é a pedra para manter o fio afiado. Materiais indicados pela ficha do produto: aço comum, aços para ferramentas e aços temperados e revenidos, inclusive acima de 54 HRC. Não deve ser usada em faca cerâmica nem em faca serrilhada. Recomenda-se luva durante a afiação.

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Lima Rotativa de Metal Duro ZYA — Cilíndrica — PFERD, Hebron Ferramentas
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Lima Rotativa de Metal Duro ZYA — Cilíndrica

A ZYA é a forma de referência da linha: cilíndrica, sem corte frontal. Trabalha pela periferia, e é isso que a define — ela remove material de parede, de flanco e de superfície lateral, mas não avança para o fundo. Por isso ela é a escolha certa para rasgo aberto, parede de cavidade, flanco de nervura e nivelamento de cordão de solda ao longo da junta. E é a escolha errada para furo cego ou fundo plano — para isso existe a ZYAS, que tem corte frontal. Quarenta e cinco referências: diâmetros de 2 a 16 mm, em haste de 3, 6 e 8 mm, nos cinco cortes da linha universal. É a maior cobertura de forma de toda a linha, o que faz dela o item de giro do estoque. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro. A forma resolve o acesso; o corte resolve o material. São duas decisões separadas, e errar a segunda é o que faz a lima parecer ruim quando o problema é a escolha.

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Lima Rotativa de Metal Duro ZYAS — Cilíndrica com Corte Frontal — PFERD, Hebron Ferramentas
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Lima Rotativa de Metal Duro ZYAS — Cilíndrica com Corte Frontal

A ZYAS é a ZYA com dente na face frontal. Parece detalhe, mas muda a ferramenta de categoria: com corte frontal ela avança no eixo, e passa a conseguir fazer o que a cilíndrica comum não faz — abrir e aprofundar furo cego, acertar fundo plano, trabalhar o canto reto onde parede e fundo se encontram. É a forma de quem trabalha alojamento, rebaixo e assento: a lima entra de topo, aprofunda, e depois acerta a parede com a periferia, na mesma ferramenta. Trinta e seis referências, de 2 a 16 mm, em haste de 3 e 6 mm. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Lima Rotativa de Metal Duro WRC — Cilíndrica com Ponta Radial — PFERD, Hebron Ferramentas
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Lima Rotativa de Metal Duro WRC — Cilíndrica com Ponta Radial

A WRC é cilíndrica com a ponta arredondada, e esse raio na extremidade é a razão de ela existir. Ponta viva deixa marca de canto quando a lima encosta no fundo; ponta radial não deixa — ela acompanha a transição em vez de cravar nela. Na prática, é a forma de quem trabalha concordância: raio de fundo, filete, transição entre parede e base, cordão de solda em canto interno. Serviço em que a peça tem de sair sem ressalto, e um ressalto deixado pela lima é concentrador de tensão. Trinta e sete referências, de 2 a 16 mm, em haste de 3 e 6 mm — a segunda maior cobertura da linha, depois da ZYA. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Lima Rotativa de Metal Duro KUD — Esférica

A esférica é a forma que trabalha em todas as direções. Como a cabeça é uma bola, não existe ângulo de ataque errado: ela corta de topo, de lado e de viés com o mesmo comportamento. Isso a torna a ferramenta de cavidade e de concavidade — alojamento esférico, bolsa de molde, rebaixo curvo, abertura de raio interno. E a ferramenta de quem trabalha às cegas, dentro de cavidade onde não dá para ver o ponto de contato: a esférica perdoa o ângulo, as outras formas não. Vinte e sete referências, de 3 a 16 mm, em haste de 3 e 6 mm. As menores, de 3 e 4 mm em haste de 3 mm, são as de detalhe fino em matriz. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Lima Rotativa de Metal Duro SPG — Árvore Pontiaguda

A SPG é a forma de árvore que termina em ponta — com a ponta aplanada, não viva. Essa combinação é o que a torna útil: o corpo cônico alarga o que a ponta abriu, e a ponta aplanada entra em espaço estreito sem quebrar no primeiro contato, que é o que acontece com ponta fina de metal duro. É a ferramenta de quem precisa entrar e abrir: alargar furo, abrir rasgo a partir de um ponto, acertar canto agudo, trabalhar vértice de cavidade. O movimento natural dela é mergulhar e depois varrer. Vinte e cinco referências, de 3 a 16 mm, em haste de 3 e 6 mm. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Lima Rotativa de Metal Duro RBF — Árvore com Ponta Radial

A RBF é a árvore de ponta arredondada — a mesma lógica da SPG, mas sem a ponta. Onde a SPG mergulha e abre, a RBF acompanha e contorna. O corpo levemente cônico com ponta radial é a forma que melhor segue superfície curva irregular: parede de cavidade com variação de raio, contorno de molde, superfície de forma livre. Ela trabalha de lado, com a ponta apenas acompanhando — o que mantém o contato constante sem cravar. É, junto com a esférica, a forma mais usada em ferramentaria de molde, e por um motivo simples: molde quase nunca tem superfície plana. Vinte e três referências, de 3 a 16 mm, em haste de 3 e 6 mm. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Lima Rotativa de Metal Duro SKM — Cônica Pontiaguda

A SKM é um cone com ponta aplanada, e o cone é o que a diferencia da árvore: o ângulo é constante do começo ao fim do corpo. Isso significa que a lima reproduz o próprio ângulo na peça — ela não só remove material, ela dá forma. É a ferramenta de chanfro e de ângulo: chanfrar borda de furo, preparar ângulo de junta de solda, acertar assento cônico, abrir ângulo de saída. Em qualquer serviço em que o ângulo tem de sair igual em várias peças, o cone é mais repetível que a mão do operador com uma lima cilíndrica. Dezenove referências, de 3 a 12 mm, em haste de 3 e 6 mm. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Lima Rotativa de Metal Duro KEL — Cônica com Ponta Radial

A KEL é o cone com ponta arredondada — o ângulo constante da SKM, mas sem a ponta que crava. A diferença aparece quando o chanfro termina num fundo: a SKM marca o ponto onde a ponta encosta, a KEL acompanha. Então ela é a forma de chanfro que morre em concordância, de alojamento cônico com fundo arredondado, e de transição angular em cavidade de molde. Doze referências, de 6 a 16 mm, em haste de 6 mm — é uma forma de peça média e grande, não de detalhe fino. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Lima Rotativa de Metal Duro TRE — Oval

A oval é a forma intermediária entre a esférica e a árvore: mais comprida que a bola, mais arredondada que a árvore. Isso lhe dá uma área de contato maior que a esférica sem perder a capacidade de trabalhar curva. É a forma de concavidade ampla — bolsa alongada em molde, canal curvo, rebaixo oval, superfície côncava de raio grande. Onde a esférica deixaria facetas por ser pequena demais para a curva, a oval cobre em uma passada. Quatorze referências, de 3 a 16 mm, em haste de 3 e 6 mm. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Lima Rotativa de Metal Duro B — Forma de Chama

A forma de chama é um perfil que vai afinando em curva até a ponta, sem ângulo reto em nenhum lugar. É a forma que mais se aproxima do contorno de um cordão de solda. E é esse o uso principal dela: acompanhar e nivelar cordão de solda em peça contornada, em que o cordão não é reto e a lima tem de acompanhar a curva do tubo, da conexão ou da peça conformada. A chama entra na lateral do cordão com ângulo variável e sai sem deixar o degrau que uma forma reta deixa. Sete referências, de 8 a 16 mm, em haste de 6 mm, nos cortes Z3 PLUS e Z5 — desbaste e acabamento. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. Velocidade de corte, do Catálogo 2: em aço abaixo de 38 HRC e desbaste grosseiro, o corte 1 trabalha de 600 a 900 m/min e o 3 PLUS de 450 a 600 m/min; acima de 38 HRC, os cortes 3 e 3 PLUS caem para 250 a 350 m/min. Em inox, 250 a 450 m/min. Em alumínio com corte 1, 600 a 900 m/min. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Limas Rotativas KSJ e KSK — Escareadores Cônicos 60° e 90°

KSJ e KSK não são limas de desbaste — são escareadores cônicos com ângulo definido. O Catálogo 2 da PFERD os lista como escareador cônico de 60° (KSJ) e de 90° (KSK), com variantes EDGE de 30° e 45°. Ângulo definido é a diferença. Com uma lima cônica comum, o chanfro depende do ângulo em que o operador segura a máquina — e varia peça a peça. Com o escareador, o ângulo é da ferramenta: ela se assenta no furo e produz o mesmo chanfro sempre. 90° é o ângulo de assento de parafuso de cabeça chata e de rebite; 60° é ângulo de centro e de escareamento leve. Os dois servem também para quebrar rebarba de furo, que é o uso mais frequente em manutenção. Oito referências, em haste de 3 e 6 mm. Observação: no Catálogo 2 estes dois códigos aparecem junto da linha EDGE, que a PFERD descreve como formatos exatos de borda, com chanfro de 30° ou 45° ou raio de 3,0 mm. As referências desta tabela não trazem o sufixo EDGE — são as versões de 60° e 90°.

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Limas Rotativas WKN e WKNS — Cone Invertido — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas WKN e WKNS — Cone Invertido

Cone invertido é a forma de trabalhar ao contrário: o diâmetro maior fica na ponta, não na base. Isso permite fazer o que nenhuma outra forma da linha faz — cortar em contra-ângulo, por baixo de uma aresta, em rebaixo que se fecha. Os usos típicos: abrir rasgo de encaixe em T, acertar alojamento de trava e de anel, chanfrar a face de baixo de uma borda, trabalhar contra-saída em molde. Serviço em que a ferramenta tem de entrar reta e cortar para os lados e para trás. A WKNS acrescenta corte frontal ao cone invertido, o que permite também avançar no eixo — ela abre o próprio acesso antes de trabalhar o contra-ângulo. Onze referências, de 3 a 16 mm, em haste de 3 e 6 mm. Os cinco cortes da linha universal, conforme o Catálogo 2 da PFERD e a DIN 8033:Z1 (corte 1, C) — metais não-ferrosos, aço e ferro fundido. Alta remoção e boas superfícies.Z3 (corte 3, MY) — aço, ferro fundido, inox, ligas à base de níquel e ligas de titânio. Alta remoção e boa superfície.Z3 PLUS (corte 3 PLUS, MX) — mesmos materiais do Z3, com corte transversal.Z4 (corte 4, MX) — inox, aço e materiais resistentes a altas temperaturas, como ligas de níquel e cobalto. Alta remoção com cavaco curto e boa superfície.Z5 (corte 5, F) — usinagem fina de aço, ferro fundido, inox e ligas resistentes a altas temperaturas. Boa superfície. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Limas Rotativas PFERD STEEL — Aço e Aço Fundido — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD STEEL — Aço e Aço Fundido

A STEEL é a linha dedicada ao material mais comum da oficina brasileira: aço e aço fundido. E é dedicada de verdade — não é o corte universal recomendado para aço, é uma geometria de dente desenvolvida para ele. O que a PFERD declara para esta linha: remoção de material muito alta, fresagem suave, e menos vibração e ruído. Os três andam juntos e importam mais do que parece. Vibração não é só desconforto: é o que lasca o dente de metal duro e o que transfere marca de trepidação para a peça. Lima que não vibra dura mais e entrega superfície melhor. Velocidade de corte declarada pela PFERD: 450 a 750 m/min em aço abaixo de 38 HRC, e de 450 a 900 m/min na versão com revestimento HC-FEP. Quinze referências, nas formas de maior uso, em haste de 6 mm. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Limas Rotativas PFERD INOX — Aço Inoxidável e Titânio Macio — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD INOX — Aço Inoxidável e Titânio Macio

Inox não é aço mais duro — é aço que encrua. Sob a ferramenta, a superfície endurece conforme é trabalhada, e uma geometria de dente feita para aço carbono simplesmente para de cortar e começa a esfregar. É por isso que existe uma linha própria. A PFERD indica a linha INOX para aços austeníticos e ferríticos, resistentes a ácidos e à corrosão, e também para titânio macio, abaixo de 500 N/mm². E declara remoção muito alta com menos vibração e ruído. Velocidade de corte declarada: 450 a 750 m/min na versão HC-STS em remoção fina. Doze referências, nas formas de maior uso, em haste de 6 mm. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro. Um cuidado que vale o aviso: em inox, rotação alta com pouco avanço é o erro clássico. A lima gira, encrua a superfície e deixa de cortar. Pressão firme e constante é o que mantém o dente trabalhando no material ainda não encruado.

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Limas Rotativas PFERD ALU e NON-FERROUS — Alumínio e Não-Ferrosos — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD ALU e NON-FERROUS — Alumínio e Não-Ferrosos

Alumínio tem um problema só, e é sempre o mesmo: ele cola na ferramenta. O metal é macio, o cavaco é longo e adere entre os dentes até a lima virar um cilindro liso — às vezes em menos de um minuto. As duas linhas atacam isso. A PFERD indica a **ALU** para alumínio e suas ligas, metais não-ferrosos e plásticos, com fresagem suave, e informa velocidade de até 1.100 m/min — ou até 1.300 m/min na versão com revestimento HC-NFE, que a PFERD descreve como feito justamente para evitar aderência em cavaco longo. A **NON-FERROUS** a PFERD posiciona como de uso universal, para não-ferrosos, latão, cobre, plásticos e plásticos reforçados com fibra. Vinte referências somando as duas linhas, em haste de 6 e 8 mm. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro. Em alumínio a rotação alta é aliada, não inimiga: velocidade de corte alta com avanço constante é o que joga o cavaco fora antes de ele aderir.

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Limas Rotativas PFERD TOUGH e TOUGH-S — Resistência a Impacto — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD TOUGH e TOUGH-S — Resistência a Impacto

A TOUGH existe para o serviço que quebra lima. Nem toda lima morre gasta — muitas morrem lascadas, e o que lasca o dente de metal duro é impacto: superfície interrompida, rebarba de fundido irregular, entrada e saída constante da peça, lima trabalhando com grande área de contato. A PFERD indica a TOUGH para ferro fundido e aço abaixo de 54 HRC, declarando remoção alta e grande resistência a impactos, e recomenda especificamente para **ângulo de contato maior que 1/3** e cargas de impacto. Essa recomendação é a mais útil da linha: ângulo de contato grande é quando a lima está mergulhada na peça, e é onde a lima comum lasca. A **TOUGH-S** é a mesma proposta com fresagem mais suave e cavaco menor — a opção para quando a resistência é necessária mas o acabamento também importa. Quatorze referências somando as duas, em haste de 6 mm. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Limas Rotativas PFERD ALLROUND e Kits — Todos os Materiais — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD ALLROUND e Kits — Todos os Materiais

A ALLROUND é a resposta da PFERD para quem não sabe o que vai usinar amanhã. Ela cobre aço, aço fundido, aço inoxidável, metais não-ferrosos e ferro fundido — a lista inteira, numa só geometria. E não é uma linha de concessão. O Catálogo 2 a descreve como semelhante ao corte Z3 PLUS, mas com remoção **significativamente maior**. Ou seja: a versatilidade não vem com perda de desempenho em relação ao corte universal de referência. Velocidade de corte declarada: 450 a 750 m/min em aço abaixo de 38 HRC, e de 450 a 900 m/min na versão com revestimento HC-FEP. Quatorze referências, incluindo os três **kits ALLROUND** — que são a forma mais prática de entrar na linha, porque trazem as formas de maior uso num conjunto e dispensam a decisão item a item. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro.

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Limas Rotativas PFERD CAST — Ferro Fundido — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD CAST — Ferro Fundido

Ferro fundido se comporta diferente de aço na ferramenta: o cavaco não sai em fita, sai em pó e em fragmento. Isso muda o que se pede do dente — não é espaço para cavaco longo, é resistência a um fluxo abrasivo constante, com areia e carepa de fundição no meio. A PFERD mantém a CAST como linha própria para ferro fundido e declara três coisas: remoção de material muito alta, fresagem suave e menos vibração. Quatro referências, nas formas de maior uso em rebarbação de fundido, em haste de 6 mm. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro. Quando escolher CAST e quando escolher TOUGH: a CAST é para o fundido de rebarba regular, em que o que importa é remoção. A TOUGH é para o fundido de rebarba irregular e superfície interrompida, em que o que importa é não lascar o dente. Em fundição, as duas convivem no mesmo posto de trabalho.

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Limas Rotativas PFERD MICRO — Acabamento Fino — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD MICRO — Acabamento Fino

A MICRO é a lima de fechar a superfície, não de abrir. A PFERD a indica para acabamento fino de quase todos os materiais abaixo de 68 HRC, declarando alta qualidade de superfície e menos vibração. Dois pontos dessa descrição merecem atenção. O limite de **68 HRC** é alto — cobre aço temperado e ferramental já tratado, que é exatamente onde o acabamento manual acontece em ferramentaria. E a menção à vibração não é detalhe: em acabamento, vibração não gasta a lima, ela imprime marca de trepidação na peça. Superfície que precisa ser polida depois não pode chegar ao polimento com ondulação. Seis referências, em haste de 6 mm. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro. No fluxo de ferramentaria, a MICRO é a etapa entre a lima de desbaste e a ponta de feltro com pasta: ela entrega a superfície que o polimento vai espelhar.

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Limas Rotativas PFERD FVK e FVKS — Plástico e Fibra de Vidro — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD FVK e FVKS — Plástico e Fibra de Vidro

Compósito não se usina como metal. A fibra de vidro e a de carbono são abrasivas e desgastam a ferramenta por atrito, e a resina em volta delas derrete se a ferramenta esquenta. Pior: corte errado não corta a fibra, ele a arranca — e aí a peça delamina, que é dano que não se recupera. A PFERD separa três linhas para isso, e a diferença entre elas é o teor de fibra:**PLAST** — para GRP e CRP com até 40% de fibra e termoplásticos reforçados, com corte reto que, segundo a PFERD, minimiza a delaminação. Indicada para máquina e robô.**FVK** — para GRP e CRP com mais de 40% de fibra e para vidro duro, em corte e desbaste de contorno.**FVKS** — como a FVK, com fresagem mais suave e bordas lisas, indicada para altas taxas de avanço. Três referências nesta tabela, nas linhas FVK e FVKS, em haste de 6 mm. Observação honesta: a linha PLAST está descrita no Catálogo 2 mas não há referência dela nesta tabela. Se você atende cliente de compósito com até 40% de fibra, vale pedir à PFERD — veja as pendências.

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Limas Rotativas de Metal Duro com Haste Longa SL 150 — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas de Metal Duro com Haste Longa SL 150

Haste de 150 mm resolve um problema de alcance: trabalhar no fundo de um vaso, dentro de um tubo, em cavidade profunda de molde ou em qualquer ponto onde a máquina não cabe e a lima comum não chega. Quatorze referências, de 6 a 16 mm, todas no corte Z3 PLUS, nas formas ZYA cilíndrica, KUD esférica, WRC ponta radial, RBF árvore, TRE oval e B chama — as formas de maior uso. E aqui vem o dado mais importante desta ficha, direto do Catálogo 2: **haste longa trabalha com rotação máxima menor**. Para lima de 6 mm com haste de 150 mm, a PFERD indica 8.000 rpm em marcha lenta e 15.000 rpm em contato com a peça. Para lima de 12 mm com haste de 150 mm, 3.000 rpm em marcha lenta e 7.000 rpm em contato. A rotação máxima indicada nunca deve ser excedida. O motivo é mecânico: haste comprida flexiona e entra em vibração própria. Rodar haste longa na rotação de haste curta é o caminho mais direto para a haste chicotear — e haste de metal duro que chicoteia quebra, não dobra. Note a inversão que isso provoca: em marcha lenta a rotação permitida é **menor** que em contato com a peça. A peça amortece a haste; girando no ar, ela vibra livre.

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Limas Rotativas PFERD MX NCC — NEW COMBI CUT — PFERD, Hebron Ferramentas
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Limas Rotativas PFERD MX NCC — NEW COMBI CUT

MX NCC é a linha NEW COMBI CUT da PFERD TOOLS. O MX é a designação de corte conforme a DIN 8033 — o mesmo corte usado nos cortes 3 PLUS e 4 da linha universal. O NCC é o NEW COMBI CUT. A PFERD descreve a linha como projetada especialmente para uso geral, com boa remoção de material numa faixa ampla de materiais. Os materiais que ela lista: alumínio, ferro fundido, outros metais não-ferrosos, plásticos, aço inoxidável, aço e aço fundido, e madeira. E as aplicações: abertura de furo, rebarbação, fresamento, trabalho em cordão de solda, trabalho em bordas, nivelamento e fresamento interno. Cinquenta e cinco referências — a maior ficha desta subcategoria — cobrindo dez formas: ZYA cilíndrica, ZYAS com corte frontal, WRC ponta radial, KUD esférica, SPG árvore pontiaguda, RBF árvore, SKM cônica pontiaguda, KEL cônica radial, TRE oval e B chama. Em haste de 3 e 6 mm, diâmetros de 2 a 16 mm. É a linha mais completa em cobertura de forma de toda a tabela, e o posicionamento de uso geral é o que a torna a escolha natural de quem quer uma linha só no estoque e variedade de forma no carrinho. A rotação depende do diâmetro, não do corte. O exemplo que a própria PFERD dá: lima de 12 mm, corte ALLROUND, aço abaixo de 1.200 N/mm², a 450–750 m/min dá 12.000 a 20.000 rpm. Lima pequena pede rotação alta; lima grande, rotação baixa. Usar lima de 16 mm na rotação de uma de 3 mm é o jeito mais rápido de lascar o dente de metal duro. A forma resolve o acesso; o corte resolve o material. São duas decisões separadas, e errar a segunda é o que faz a lima parecer ruim quando o problema é a escolha.

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Kits de Limas Rotativas PFERD MX NCC

Três conjuntos da linha MX NCC, em embalagem plástica — a forma mais direta de entrar na linha sem decidir forma por forma. O jogo de 10 peças cobre o conjunto de formas de uso geral. Os dois kits de 4 peças trazem a seleção essencial, em duas bitolas de haste: **6 mm**, que é o padrão métrico da retífica reta no Brasil, e **1/4 de polegada**, que é a bitola das retíficas pneumáticas de origem americana — muito comuns em oficina automotiva e em manutenção industrial. Essa segunda opção resolve um problema prático e frequente: a retífica pneumática de 1/4" não aceita haste de 6 mm com segurança. A haste folga na pinça, e haste que folga em rotação alta é haste que escapa. Ter o kit na bitola certa evita a gambiarra do adaptador. Observação honesta: a composição exata de cada kit — quais formas e quais diâmetros — não está detalhada na tabela, apenas a quantidade de peças. Confirmar antes de publicar; veja as pendências.

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Folha de Lixa Ferro PFERD BG ECO — Costado de Pano, 230 × 280 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Folha de Lixa Ferro PFERD BG ECO — Costado de Pano, 230 × 280 mm

O costado é o que define esta folha. Pano, não papel — e isso muda o que ela aguenta.Papel rasga quando a folha dobra sobre uma quina, enrosca em rebarba e abre no primeiro canto vivo. Pano flexiona, acompanha o contorno da peça e resiste ao rasgo. É por isso que a lixa de pano é a lixa de metal: em serralheria e caldeiraria a peça quase nunca é plana, e quase sempre tem aresta.Abrasivo de óxido de alumínio, que é o grão tenaz — ele resiste à pressão em vez de se fragmentar, e é o que corta aço sem se consumir antes da peça.Nove granulometrias, do 40 ao 240: cobre do desbaste de cordão de solda ao acabamento antes da pintura, sem sair da mesma folha.Todas as folhas são 230 × 280 mm, o formato padrão de folha de lixa, fornecidas em embalagem de 50 folhas. O tamanho é pensado para ser rasgado: uma folha dá quatro quartos para taco de lixar, ou dois meios para trabalho à mão.Como ler a granulometria: 40 a 80 é desbaste, tira material e marca a superfície. 100 a 180 é preparação, uniformiza e apaga o risco do grão anterior. 220 a 400 é acabamento. Acima de 600 já é polimento, não lixamento. Pular mais de um degrau na sequência não funciona — grão fino não apaga risco de grão grosso, só o deixa brilhante.

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Folha de Lixa d’Água PFERD BP-W ECO PAINT — 230 × 280 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Folha de Lixa d’Água PFERD BP-W ECO PAINT — 230 × 280 mm

É a folha de maior amplitude de grão de toda a linha: dezesseis granulometrias, do 60 ao 2500. Nenhum outro abrasivo do catálogo chega tão fino.A PFERD descreve a linha como opção de baixo custo para tinta e vidro, e indica que ela é "particularmente adequada para todo trabalho de lixamento a úmido em construções pintadas convencionais". A ficha do produto informa que pode ser usada a úmido e a seco.O que a água faz, e por isso essa folha existe: ela carrega o resíduo para fora antes de ele aderir ao grão, resfria a superfície e funciona como lubrificante entre a folha e a peça. Sem empastamento e sem calor, o grão fino consegue trabalhar — e é por isso que a lixa d’água chega a 2500 enquanto a lixa seca para no 1000.O abrasivo é carbeto de silício, sobre costado de papel flexível e leve à prova d’água. SiC é um grão duro e frágil: ele lasca em vez de arredondar, o que mantém a aresta viva em material macio como tinta, massa e verniz, que não oferecem resistência suficiente para afiar um grão tenaz.Materiais que a PFERD lista para a linha: alumínio, latão, cobre, aço inoxidável, titânio, zinco, termoplásticos, plásticos reforçados com fibra (GRP e CRP), ferros fundidos e aços temperados. As aplicações declaradas são limpeza, retificação fina passo a passo, asperização e trabalho geral de superfície, aplicadas à mão — e a folha pode ser rasgada na medida.Vantagens declaradas pela PFERD: boa aderência do grão, máximo desempenho abrasivo, alta resistência ao rasgo e conformidade com a norma ISO 21948.Todas as folhas são 230 × 280 mm, o formato padrão de folha de lixa, fornecidas em embalagem de 50 folhas. O tamanho é pensado para ser rasgado: uma folha dá quatro quartos para taco de lixar, ou dois meios para trabalho à mão.Como ler a granulometria: 40 a 80 é desbaste, tira material e marca a superfície. 100 a 180 é preparação, uniformiza e apaga o risco do grão anterior. 220 a 400 é acabamento. Acima de 600 já é polimento, não lixamento. Pular mais de um degrau na sequência não funciona — grão fino não apaga risco de grão grosso, só o deixa brilhante.

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Folha de Lixa Seco PFERD BP ECO AC — Anti-Empastante, 230 × 280 mm — PFERD, Hebron Ferramentas
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Folha de Lixa Seco PFERD BP ECO AC — Anti-Empastante, 230 × 280 mm

A camada anti-empastante é o produto. Sem ela, lixar tinta, massa ou madeira resinosa a seco é uma corrida contra o relógio: o resíduo adere ao grão, o espaço entre os grãos entope, e em poucos minutos a folha está lisa e só esquenta a peça.A camada — um lubrificante seco aplicado sobre o abrasivo, que a tabela da PFERD identifica como anti-empastante — impede que o material removido grude no grão. É a mesma função da água na lixa d’água, sem molhar a peça.E é por isso que esta linha existe ao lado da d’água. Nem toda superfície pode ser molhada: madeira incha, massa corrida solta, drywall estraga, e há serviço em que não dá para ter água. Nesses casos, a seco com anti-empastante é a única saída.Abrasivo de óxido de alumínio sobre costado de papel, em treze granulometrias, do 60 ao 1000.Uma consequência prática que vale saber: resíduo de estearato pode interferir na aderência da tinta aplicada depois. Quem vai pintar logo em seguida deve limpar a superfície — é a razão pela qual não se usa lixa anti-empastante em tudo, por mais prática que seja.Todas as folhas são 230 × 280 mm, o formato padrão de folha de lixa, fornecidas em embalagem de 50 folhas. O tamanho é pensado para ser rasgado: uma folha dá quatro quartos para taco de lixar, ou dois meios para trabalho à mão.Como ler a granulometria: 40 a 80 é desbaste, tira material e marca a superfície. 100 a 180 é preparação, uniformiza e apaga o risco do grão anterior. 220 a 400 é acabamento. Acima de 600 já é polimento, não lixamento. Pular mais de um degrau na sequência não funciona — grão fino não apaga risco de grão grosso, só o deixa brilhante.

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Broca Helicoidal PFERD DIN 338 STEEL — HSS-G, Métrica — Hebron Ferramentas
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Broca Helicoidal PFERD DIN 338 STEEL — HSS-G, Métrica

É a broca de uso geral da PFERD e a que resolve a maior parte da furação de oficina. Aço rápido HSS-G totalmente retificado, ângulo de ponta de 118° e desbaste transversal na ponta.O desbaste transversal é o detalhe que muda o dia a dia: a broca centra sozinha, sem caminhar na peça, e pede menos força de avanço. Em furadeira de coluna isso significa furo no lugar certo; em furadeira de mão, significa menos broca quebrada.A faixa vai de 1,0 a 16,0 mm, com passo de 0,1 mm na parte baixa da escala. Para furar inox, aço liga ou aço de alta resistência, a linha certa é a INOX com cobalto — essa aqui vai sofrer.

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Broca Helicoidal PFERD DIN 338 INOX — HSS-E Co5, Métrica — Hebron Ferramentas
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Broca Helicoidal PFERD DIN 338 INOX — HSS-E Co5, Métrica

Esta é a broca para quando a STEEL não dá conta. O aço rápido leva cobalto (HSS-E Co5, M35), o que segundo a PFERD dá resistência à temperatura muito boa — e temperatura é exatamente o que mata broca em inox.A ponta tem 135°, não 118°. Ângulo mais aberto quer dizer gume mais curto e mais robusto, que ataca a peça sem patinar. Furar inox com broca de 118° costuma terminar em encruamento: a broca esfrega, a superfície endurece, e aí não entra mais.Vale para inox, aço liga e aço de alta resistência, e também encara titânio e ligas de níquel. Em aço carbono comum ela funciona, mas é gastar cobalto à toa.

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Broca Helicoidal PFERD DIN 338 STEEL — HSS-G, Polegadas — Hebron Ferramentas
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Broca Helicoidal PFERD DIN 338 STEEL — HSS-G, Polegadas

Mesma broca da linha STEEL, na escala fracionária. De 1/64" a 3/4".Quem trabalha com máquina importada, implemento agrícola ou desenho em polegada conhece o problema: converter a medida e furar com a bitola métrica mais próxima resolve mal. Em furo de passagem até passa; em furo que vai receber rosca UNC ou UNF, não passa.A faixa cobre as bitolas de pré-furo das roscas em polegada mais usadas na manutenção.

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Broca Helicoidal Longa PFERD DIN 340 STEEL — HSS-G — Hebron Ferramentas
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Broca Helicoidal Longa PFERD DIN 340 STEEL — HSS-G

A DIN 340 é a série longa. Mesmo aço e mesma ponta da DIN 338, com haste e hélice esticadas para alcançar o que a broca padrão não alcança.Serve para furo profundo e, principalmente, para furo em lugar afundado — dentro de uma caixa, entre duas nervuras, no fundo de um rebaixo. Nessas situações o problema não é a profundidade do furo, é a mandril não chegar.Broca longa flexiona mais. Entre com furo de centro ou use uma DIN 1897 para iniciar, e só depois aprofunde.

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Broca Helicoidal Longa PFERD DIN 340 INOX — HSS-E Co5 — Hebron Ferramentas
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Broca Helicoidal Longa PFERD DIN 340 INOX — HSS-E Co5

A série longa na liga ao cobalto. É a ferramenta para furo profundo em material que aquece.Furo profundo já é o pior cenário para temperatura: o cavaco demora a sair, fica girando dentro do canal e devolve calor para o gume. Em inox, isso vira broca azulada em poucos furos. O cobalto existe para segurar essa parte.Trabalhe com saída de cavaco: recue a broca periodicamente em vez de empurrar direto.

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Broca Helicoidal Extra-Curta PFERD DIN 1897 STEEL — HSS-G — Hebron Ferramentas
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Broca Helicoidal Extra-Curta PFERD DIN 1897 STEEL — HSS-G

A DIN 1897 é a série extra-curta, e o motivo de existir é rigidez.Broca curta flexiona menos, então ela não foge do lugar na entrada e abre furo mais redondo. É a escolha para chapa fina, onde a broca comum costuma caminhar antes de morder, e para furo que precisa sair na posição.Muita gente usa como broca-piloto: inicia com a extra-curta, que marca o lugar certo, e termina com a DIN 338 ou a DIN 340.

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Jogos de Brocas PFERD DIN 338 em Estojo — STEEL e INOX

São doze jogos, cobrindo as duas ligas e as duas escalas.Na métrica, os conjuntos vão de 6 a 25 peças, com faixas de 1 a 10 mm e de 1 a 13 mm. Na escala em polegadas, são de 21 e 29 peças, cobrindo de 1/16" a 3/8" e de 1/16" a 1/2".Jogo resolve dois problemas de uma vez: a bitola que falta na hora e o tempo perdido procurando broca solta na gaveta. Para consumo contínuo de uma bitola específica, a compra avulsa continua saindo melhor.

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Broca de Centro PFERD DIN 333 Forma A — HSS-G

Broca de centro serve para duas coisas, e as duas economizam tempo.A primeira é abrir o ponto onde a broca grande vai entrar. Broca helicoidal de diâmetro maior tende a caminhar na superfície antes de morder; com o centro aberto, ela entra reta e no lugar. A segunda é preparar o furo de centro para torneamento entre pontas.A forma A é a sem chanfro de proteção — a mais comum em peça que não vai ficar manipulada depois.

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Broca Escalonada PFERD STB — HSS — Hebron Ferramentas
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Broca Escalonada PFERD STB — HSS

Uma broca escalonada substitui a gaveta inteira quando o assunto é chapa fina. Cada degrau é um diâmetro, então uma ferramenta cobre toda a faixa.O ganho real não é só não trocar de broca. O degrau seguinte chanfra a borda do furo que o degrau anterior abriu — fura e rebarba na mesma descida. Em painel elétrico, calha e funilaria, isso elimina uma operação inteira.São cinco modelos, de 4 a 39 mm, com 6 a 10 degraus. Vale para chapa fina: em material espesso o degrau não vence a espessura.

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Broca Escalonada PFERD STB HICOAT HC-FEP — HSS Revestida — Hebron Ferramentas
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Broca Escalonada PFERD STB HICOAT HC-FEP — HSS Revestida

Mesma geometria da STB em HSS, com o revestimento HICOAT HC-FEP por cima.O revestimento muda a conta quando o uso é intenso ou o material é mais abrasivo. Em quem fura chapa o dia inteiro, o degrau mais usado é o primeiro a arredondar — e é esse desgaste que o revestimento segura.Se o uso é ocasional, a versão sem revestimento resolve e custa menos. Se é produção, a HICOAT se paga em troca evitada.

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Escareador Cônico PFERD KES DIN 335 C 90° — HSS-E Co5 — Hebron Ferramentas
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Escareador Cônico PFERD KES DIN 335 C 90° — HSS-E Co5

O escareador de 90° faz duas coisas que no chão de fábrica viram uma só: tira a rebarba do furo e abre o alojamento do parafuso de cabeça escareada.A forma C da DIN 335 é a de haste cilíndrica, que prende em qualquer mandril — furadeira de bancada, de coluna ou parafusadeira. Os 90° são o ângulo da cabeça escareada métrica padrão, então o parafuso assenta rente à superfície.A liga leva cobalto, o que amplia o uso para inox e aço de alta resistência, onde escareador comum arredonda rápido.

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Broca de Metal Duro PFERD SCD Universal U — 3xD, 5xD e 8xD — Hebron Ferramentas
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Broca de Metal Duro PFERD SCD Universal U — 3xD, 5xD e 8xD

Esta é a broca de produção, não a de bancada. Metal duro inteiriço, para furar em CNC com avanço alto e repetir o furo milhares de vezes dentro de tolerância.A faixa vai de 3,0 a 16,0 mm, com passo fino, em três classes de profundidade: 3xD, 5xD e 8xD — ou seja, até três, cinco ou oito vezes o diâmetro. Escolher a classe certa importa: broca 8xD num furo raso é dinheiro parado, e broca 3xD num furo fundo não sai.Metal duro não perdoa máquina mole nem fixação ruim. Em furadeira de coluna com folga, a aresta lasca antes de cortar — ali o HSS continua sendo a escolha certa.

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Fresa de Topo PFERD UC2 — Metal Duro, 2 Cortes, Topo Reto

Dois cortes é a escolha de quem precisa de espaço para o cavaco sair.Quanto menos arestas, maior o canal entre elas. Em rasgo fechado, canal profundo e material que faz cavaco longo — alumínio à frente de todos — fresa de muitos cortes entope e quebra. A de dois não entope.O topo é reto, de 90°, então ela mergulha e abre rasgo de fundo plano. A faixa cobre de 4,0 a 16,0 mm na métrica e de 1/8" a 1/2" na escala em polegadas.

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Fresa de Topo PFERD UC3 — Metal Duro, 3 Cortes, Chanfro 45°

Três cortes é o meio-termo que resolve a maior parte dos casos.Comparada à de dois, ela aceita avanço maior, porque tem uma aresta a mais trabalhando. Comparada à de quatro, ainda tem canal suficiente para o cavaco sair em corte mais profundo. É a fresa que se vira bem quando a peça exige um pouco de cada coisa.O chanfro de 45° na quina protege o ponto que mais lasca. Quina viva é a primeira a quebrar quando a máquina vibra ou a peça tem casca de fundição.

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Fresa de Topo PFERD UC4 — Metal Duro, 4 Cortes, Chanfro e Raio

A UC4 é a fresa mais versátil da linha universal e a que mais sai. Quatro arestas, revestimento TiAlN, do desbaste ao acabamento. A PFERD indica a linha para os materiais mais importantes, incluindo aço temperado até cerca de 38 HRC.Ela vem em duas geometrias de quina. A chanfrada em 45° é a de uso geral. A com raio serve para perfil de forma livre e para cantos que precisam de concordância — e tem a vantagem estrutural de não ter ponto de concentração de tensão na quina.Duas hastes: HA é a cilíndrica lisa e HB é a Weldon da DIN 6535, com superfície plana lateral para o parafuso de fixação. HB não escorrega no desbaste pesado; HA permite ajustar a profundidade livremente na pinça.

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Fresa de Topo PFERD UCR4 — Metal Duro, 4 Cortes, Alta Remoção

A UCR4 é a versão da linha universal voltada para arrancar material.Desbaste pesado é um problema de potência e de calor: a ferramenta precisa aguentar profundidade grande sem fletir e sem cozinhar a aresta. O revestimento AP40 e a geometria de chanfro para remoção existem para esse regime.Faixa de 6,0 a 20,0 mm. Para a passada de acabamento depois do desbaste, troque pela UC4 com raio ou pela UB de raio completo.

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Fresa de Topo PFERD UCD5 — Metal Duro, Quebra-Cavaco, 2xD a 5xD — Hebron Ferramentas
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Fresa de Topo PFERD UCD5 — Metal Duro, Quebra-Cavaco, 2xD a 5xD

A UCD5 é a UC5 com perfil quebra-cavaco e em quatro comprimentos de corte.O perfil ondulado nas arestas quebra o cavaco em pedaços curtos em vez de deixar sair em fita. Em cavidade profunda, isso é a diferença entre a peça sair pronta e o cavaco enrolar na ferramenta, riscar a parede e quebrar a fresa.Os quatro comprimentos — 2xD, 3xD, 4xD e 5xD — cobrem da cavidade rasa à profunda. Use sempre o mais curto que alcança o fundo: fresa longa demais vibra e marca a parede.

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Fresa de Topo PFERD UC6 e UC8 — Metal Duro, 6 e 8 Cortes

Seis e oito arestas são ferramentas de acabamento lateral, não de desbaste.Com tantas arestas, o canal de cavaco quase some. Em compensação, a passada lateral rasa fica muito mais fina: mais dentes passando no mesmo ponto deixam a parede com acabamento que fresa de quatro cortes não alcança.Use com profundidade radial pequena. Quem tenta desbastar com fresa de oito cortes entope e quebra no primeiro rasgo.

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Fresa Cônica PFERD UD — Metal Duro, Chanfro de 60° e 90° — Hebron Ferramentas
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Fresa Cônica PFERD UD — Metal Duro, Chanfro de 60° e 90°

Fresa cônica é a ferramenta de chanfrar na máquina, em vez de rebarbar na bancada.Dois ângulos: 60° e 90°. O de 90° é o de chanfro padrão e de alojamento de parafuso escareado; o de 60° entra em canto fechado e faz chanfro mais suave.A vantagem está no fluxo: se a peça já está presa no centro de usinagem, chanfrar ali mesmo custa segundos e sai igual em todas. Rebarbar depois, peça por peça, custa um posto de trabalho inteiro.

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Fresa de Topo Esférico PFERD UB — Metal Duro, Raio Completo

Raio completo é a fresa de superfície curva. A ponta é uma semiesfera, então ela copia perfil em três dimensões sem deixar degrau entre passadas.É a ferramenta de molde e matriz. Cavidade de molde de injeção, matriz de estampo, superfície de forma livre: tudo isso se faz com esférica, passada após passada, com incremento pequeno.As versões longa e extra-longa existem porque cavidade de molde é funda e o mandril não pode encostar na peça. Comprimento, porém, custa rigidez: use o mais curto que alcança.

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Fresa de Topo PFERD HC4M Performance Stainless — Metal Duro, 4 Cortes — Hebron Ferramentas
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Fresa de Topo PFERD HC4M Performance Stainless — Metal Duro, 4 Cortes

A HC4M é a linha dedicada ao inox, e é a maior família de fresas da tabela: 70 referências, de 1,0 a 25,0 mm.Inox é difícil por dois motivos que se alimentam. Ele conduz mal o calor, então a temperatura fica concentrada na aresta; e encrua sob pressão, então ferramenta que esfrega deixa a superfície mais dura do que estava. Ferramenta universal sofre nos dois.A linha vem com raio ou chanfrada, em hastes HA e HB, nos comprimentos longo e padrão. Os revestimentos TI40 e HP40 cobrem as duas geometrias.

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Fresa de Topo PFERD HCD5M Stainless — Quebra-Cavaco, 2xD a 5xD

A HCD5M junta as duas coisas mais difíceis de usinar juntas: inox e cavidade profunda.Inox faz cavaco longo e resistente, que não quebra sozinho. Numa cavidade funda esse cavaco não tem saída, enrola na ferramenta e volta a ser cortado — e cavaco recortado destrói aresta em segundos. O perfil quebra-cavaco corta o problema na origem.Quatro comprimentos, de 2xD a 5xD, de 6,0 a 25,0 mm.

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Fresa de Topo PFERD HC3N Performance Aluminium — Metal Duro, 3 Cortes — Hebron Ferramentas
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Fresa de Topo PFERD HC3N Performance Aluminium — Metal Duro, 3 Cortes

Alumínio parece fácil e não é. O problema não é dureza, é aderência: o material cola na aresta, forma gume postiço e a partir daí a fresa deixa de cortar e passa a arrastar.A linha HC3N tem três cortes — canal grande, porque alumínio faz muito cavaco e faz rápido — e o revestimento UC40, escolhido para reduzir essa aderência.A família cobre versões com raio, com chanfro, extra-longa e acima de 4xD, de 3,0 a 20,0 mm. Para alumínio em volume, é a diferença entre acabamento espelhado e peça arrastada.

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